Abel Azcona diz que roubou as espécies eucarísticas
de 242 missas, quando fingia ir para a comunhão, e as juntou para fazer uma
“exposição artística” formando com as hóstias, as palavras “pedofilia” para
serem expostas em um salão municipal da na Câmara Municipal de Pamplona (Bildu),
na Espanha.
Abel Azcona que é ateu e homossexual diz que roubou
as hóstias consagradas de 242 igrejas diferentes, fingindo que iria comungar.
Esta "amostra de arte", como é considerada pela cidade de Pamplona e
atualmente dirigida pela ETA Bildu, está sendo exposta em um salão público
custeados pelos impostos de todos os contribuintes com o apoio da Secretaria de
Cultura.
A Associação de Advogados Cristãos, a fim de impedir
que isso acontecesse, abriu uma PETIÇÃO ONLINE com uma queixa contra o autor da
profanação e solicitou medidas cautelares como a retirada da profanação baseado
em uma ofensa contra os sentimentos religiosos consagrados nos artigos 524 e
525 do Código Penal, disse ainda que vai abrir um processo contra o autor destes
atos profanos nesta segunda-feira (23), mas como a justiça é lenta, pede o
apoio popular que já conseguiu mais de 50.000 assinaturas para que a exposição
seja encerrada.
Artigo 524:
No templo, lugar de culto ou cerimônias religiosas, atos de profanação que
implementam sentimentos de ofensa religiosa legalmente protegidas serão punidos
com pena de prisão de seis meses a um ano ou multa de 12 a 24 meses.
Artigo 525.1:
em que incorrem na pena de uma multa de oito a doze meses, o que ofender os
sentimentos dos membros de uma confissão religiosa, feita publicamente,
oralmente, por escrito ou por qualquer tipo de documento, zombaria de seus
dogmas, crenças, ritos e cerimônias, ou vejen, também publicamente, de
professar ou prática.
O ato profano foi exposto em uma sala pública, que
por ironia foi doada pela Igreja, de modo que o Departamento de Cultura também
é responsável já que tal ato estava sendo exposto em seu departamento. Por este
motivo, a petição pede também que o Conselho para a Cultura pare imediatamente
com este ataque contra os sentimentos religiosos, do contrário será cúmplice
neste crime que certamente tem apoio do prefeito de Pamplona, Joseba Asirón.
O espaço usado foi doado ao governo municipal para
a realização de atividades culturais sob a condição de que a natureza e origem
do edifício, o que obviamente não foi cumprido, fosse respeitado. Agora, a prefeitura
de Pamplona pode ser processada pelo descumprimento e apoio a um ataque desta
magnitude aos católicos.










