quarta-feira, 26 de outubro de 2016

TV Aparecida fecha contrato com a Globo e vai exibir a novela "A Padroeira".


A TV Aparecida, emissora em UHF e uma das 7 principais TVs abertas do país, fechou acordo com a Globo e adquiriu os direitos para exibição da novela "A Padroeira", exibida originalmente entre 2001 e 2002.

Substituta de "Estrela Guia", a novela "A Padroeira" foi escrita por Walcyr Carrasco, foi exibida na faixa das 18h e chegou a registrar médias acima de 35 pontos. O episódio final teve 43 pontos de média.

Numa inédita negociação em território nacional, a Globo acabou cedendo os direitos a uma TV UHF.

Ao falar sobre as obras de misericórdia, Papa recordou situação dos migrantes e disse que fechamento não é solução


PAPA FRANCISCO

AUDIÊNCIA GERAL
Quarta-feira, 26 de outubro de 2016

As obras de misericórdia corporais são um meio para manter viva e dinâmica a nossa fé. Estas nos permitem encontrar o Senhor que se faz presente em cada pessoas necessitada como, por exemplo, “o estrangeiro” e “quem está nu”. De fato, ao longo dos séculos, foram muitas as expressões de solidariedade para com os imigrantes. Este não é um fenômeno recente, pois a história da humanidade é uma história de migração - até mesmo Jesus teve que emigrar com a sua família para o Egito durante a perseguição de Herodes. Mas, num mundo onde a crise econômica, conflitos armados e mudanças climáticas obrigam muitas pessoas a abandonar a sua pátria, acolher o estrangeiro apresenta-se como uma obra de misericórdia muito atual. É preciso também vestir aquele que está nu, ou seja, restituir a dignidade à quem é vítima de todo o tipo de exploração ou discriminação. O Senhor nos chama a não nos fecharmos na indiferença, mas a nos abrirmos aos demais, num compromisso tanto comunitário como pessoal, que torna a nossa fé fecunda, gerando paz e preservando a dignidade das pessoas. 

Padre condenado pelo STJ por tentar impedir aborto responde a todos que desejam ajudá-lo.


Caros amigos,
Salve Maria!

Alegra-me ver que vocês se alegram comigo e sofrem comigo.

No entanto, peço que não façam doações para pagar a indenização por danos morais a que fui condenado pelo STJ (http://naomatar.blogspot.com.br/).

E isso por dois motivos:

1º) Fui eu que fui condenado, não o Pró-Vida de Anápolis. Nenhum dinheiro depositado na conta do Pró-Vida poderá ser usado em meu benefício.

2º) Ninguém pode ser executado acima do próprio patrimônio. Se eu sou condenado a pagar R$ 1.000.000,00 , mas só tenho R 1,00 , pago R$ 1,00 e o processo se extingue. Assim, não se preocupem comigo. Não tenho, nem de longe, o patrimônio que a advogada da parte autora deseja de mim. Os livros que possuo não são penhoráveis. A escova de dentes? O guarda-chuva? Vai se muito difícil encontrar alguma coisa além de decepção.

Portanto, não se preocupem. 

Sigamos o caminho da verdade


Revistamo-nos de concórdia, humildade e castidade; afastemo-nos de toda a murmuração e maledicência e sejamos justos não com palavras mas com obras. Está escrito: Quem fala muito deverá também ouvir; ou julga o homem que é justo pela sua loquacidade? 

É necessário estarmos sempre dispostos a fazer o bem, pois tudo nos é dado por Deus. Ele nos previne dizendo: Eis que vem o Senhor e traz consigo a recompensa, para dar a cada um segundo as suas obras. Com estas palavras Ele exorta-nos a acreditarmos n’Ele de todo o coração, a não sermos preguiçosos mas diligentes em fazer o bem. Esteja sempre n’Ele a nossa glória e a nossa confiança; submetamo-nos à sua vontade e pensemos na grande multidão de Anjos que estão na sua presença, sempre prontos a cumprir a sua vontade. Diz a Escritura: Miríades e miríades de Anjos estavam na sua presença, milhares e milhares O serviam, e cantavam: Santo, Santo, Santo é o Senhor do Universo; toda a criação está cheia da sua glória. 

Reunamo-nos também nós no mesmo lugar, em perfeita concórdia de consciência, e aclamemo-l’O sem cessar numa só voz, a fim de participarmos nas suas grandes e gloriosas promessas. Diz também a Escritura: Nem os olhos viram, nem os ouvidos escutaram, nem jamais passou pelo pensamento do homem o que Deus preparou para aqueles que O amam. 

Como são agradáveis, como são maravilhosos, irmãos caríssimos, os dons de Deus! A vida na imortalidade, o esplendor na justiça, a verdade na liberdade, a fé na confiança, a temperança na santidade: todas estas coisas se tornam acessíveis à nossa inteligência. Quais são então os bens preparados para aqueles que O esperam? Só o Santíssimo, o Criador e Pai dos séculos, conhece o seu número e beleza. 

Esforcemo-nos por ser contados entre o número daqueles que O esperam, para merecermos tomar parte nos dons prometidos. E como poderemos consegui-lo, amados irmãos? unindo pela fé a nossa alma a Deus, procurando com diligência o que é agradável e aceite a seus olhos, realizando o que está de acordo com a sua santa vontade, seguindo o caminho da verdade e rejeitando toda a forma de injustiça.


Da Carta de São Clemente I, papa, aos Coríntios
(Cap. 30, 3-4; 34, 2 – 35, 5: Funk 1, 99, 103-105) (Sec. I)

Missa: O canto da paz é litúrgico?


O chamado "canto da paz" não é litúrgico, porém, é necessário justificar essa resposta simples. Este canto faria parte de um rito inserido na Missa, ou seja, dentro do "rito da paz", o qual está presente dentro da legislação da Igreja, mais precisamente no número 82, da Instrução Geral do Missal Romano.

O rito da paz é composto de uma parte obrigatória e outra facultativa. A parte obrigatória é a oração do sacerdote - e somente dele - que diz:

Senhor Jesus Cristo, que dissestes aos vossos Apóstolos: eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz: não olheis aos nossos pecados, mas à fé da vossa Igreja e dai-lhe a união e a paz, segundo a vossa vontade, Vós que sois Deus com o Pai, na unidade do Espírito Santo.

Domine Iesu Christe, qui dixisti Apóstolis tuis: Pacem relinquo vobis, pacem meam do vobis: ne respicias peccata nostra, sed fidem Ecclesiæ tuæ; eamque secundum voluntatem tuam pacificare et coadunare digneris. Qui vivis et regnas in saecula saeculorum.

Esta oração é obrigatória e constitui o núcleo do rito da paz. A Instrução Geral do Missal Romano diz: "Segue-se o rito da paz, no qual a Igreja implora a paz e a unidade para si própria e para toda a família humana, e os féis exprimem uns aos outros a comunhão eclesial e a caridade mútua, antes de comungarem no Sacramento." Ora, essa expressão dos fiéis de comunhão eclesial e caridade mútua é que é facultativa.

Santo Evaristo


No atual Anuário dos Papas encontramos Evaristo em pleno comando da Igreja católica, como quarto sucessor de Pedro, no ano 97. Era o início da era cristã e poucos são os registros sobre ele. Somente encontramos algumas indicações sobre sua vida nas obras de Irineu e Eusébio, escritores dos inícios do cristianismo. 

Evaristo era grego e foi formado na Antioquia. Em Roma ocupou o cargo de papa como sucessor de Clemente. Ele governou a Igreja durante nove anos, nos quais incentivou o crescimento das lideranças nas comunidades, ordenando pessoalmente muitos padres, bispos e diáconos. 

Atribui-se a Evaristo a divisão de Roma em “títulos” ou paróquias com um padre encarregado delas. Esses títulos são o embrião dos futuros títulos dos cardeais-presbíteros ou padres. Também teria ordenado que os bispos pregassem sempre na presença de diáconos, náo só pela solenidade, mas para ter quem pudesse atestar sobre o que o bispo tinha pregado. 

Papa Evaristo morreu em 107. Uma tradição muito antiga afirma que ele teria sido mártir da fé durante a perseguição imposta pelo imperador Adriano, e que depois seu corpo teria sido abandonado perto do túmulo do apóstolo Pedro. 


Ó Deus, que concedestes ao Papa Santo Evaristo a graça do Magistério Romano, permiti que, pela sua intercessão, sejamos sempre fiéis ao papa e aos Bispos a ele unidos. Por Cristo, nosso Senhor. Amém. 

terça-feira, 25 de outubro de 2016

RJ: Arquidiocese reafirma sua posição de organismo apartidário, que defende os princípios da Igreja Católica.


ARQUIDIOCESE DE SÃO SEBASTIÃO
DO RIO DE JANEIRO

NOTA DE ESCLARECIMENTO


A Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, diante da manifestação pública de alguns membros do clero e do laicato, esclarece que não autorizou ninguém a falar em seu nome, nem dos padres, tampouco em nome de movimentos, pastorais, associações e paróquias acerca do atual processo político carioca. As pessoas podem se manifestar pessoalmente e arcar com as consequências, mas não podem falar por quem não foram autorizadas. Tampouco têm autorização da autoridade diocesana para indicar qualquer candidato aos cargos públicos, como aconteceu nessa recente manifestação, na qual indicam um candidato para o segundo turno das eleições municipais da cidade do Rio de Janeiro.

A Arquidiocese reafirma sua posição de organismo apartidário, que defende os princípios da Igreja Católica de acordo com as orientações que assumidas pelo Regional Leste 1 da CNBB e das quais foi dada ampla divulgação. Não é possível compactuar com posições que entram em confronto com princípios contrários aos valores cristãos, tais como o respeito à vida e a clara oposição ao aborto e à eutanásia; a tutela e a promoção da família, fundada no matrimônio monogâmico entre pessoas de sexo oposto e protegida em sua unidade e estabilidade, frente às leis sobre o divórcio; o tema da paz, que é obra da justiça e da caridade, e que exige a recusa radical e absoluta da violência, anarquismo e terrorismo. Devem ser reafirmados o acolhimento e a tutela com relação ao ensino religioso nas escolas além dos outros temas explicitados nas orientações referidas. 

"A Virgem Maria cegou terroristas do ISIS enquanto nos escondíamos", afirmam cristãos no Iraque


Os estudantes cristãos que fugiram de Kirkuk (Iraque) devido ao ataque perpetrado pelo Estado Islâmico nas últimas horas, continuam mostrando os detalhes da sua odisseia para poder escapar.

Agora que já estão a salvo, Actuall pôde saber por mediação de Eduard Pröls, diretor alemão da plataforma CitizenGO que mantém contato com estes estudantes desde que passou a última primavera no Iraque, que algumas estudantes se salvaram de maneira inesperada.

Pröls disse à Actuall que Monally, uma das estudantes cristãs que estava seguindo com seus estudos apesar da guerra graças a um programa do arcebispado caldeu católico de Kirkuk, explicou como os terroristas do Estado Islâmico milagrosamente não as encontraram.

“Estivemos com o Estado Islâmico no mesmo quarto. Estiveram sentados sobre as camas e não souberam, nem sentiram, que nós estávamos escondidas debaixo delas”, explica Monally.

“A Virgem Maria os cegou”, conclui com confiança Monally, responsável pela casa em que vivia com sete estudantes das dezenas acolhidas pela Igreja católica em Kirkuk.

Pröls relata a este jornal outra mensagem que lhe enviaram: “A cada noite, durante o último curso, tivemos pesadelos com a possibilidade de que o Estado Islâmico invadisse a nossa casa. Ontem, eles se tornaram realidade”.