quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Jesus condenou os ATOS homossexuais


Salve Maria Imaculada, nossa Corredentora e Mãe!

Todos aqueles que pregam o Evangelho devem tomar o devido cuidado para não condenar as pessoas, não obstante têm a obrigação de condenar o pecado. Nos dias de hoje há uma grande dificuldade em condenar o PECADO do ATO homossexual, uma vez que quase sempre surge aquela turma do “não julgueis”, “Deus ama a todos”, etc.; o resto da ladainha vocês sabem. Porém, quando deixamos claro que estamos falando contra um ato e não contra a pessoa – até porque a Igreja não ensina que um gay deva necessariamente deixar de ser gay; há a terceira via, ou seja, viver o celibato por amor a Jesus Cristo -, surgem algumas argumentações apelativas. Quando dizemos que o ato homossexual é pecado, cita-se a Bíblia, Catecismo, enfim; surge a seguinte objeção: nenhum dos versículos citados foi dito por Jesus. Daí então os adeptos da política gay começam a disseminar a ideia de que Jesus nunca teria condenado o ato homossexual, dando força àquela imagem do Jesus hippie, liberal, que teria dito “faça o que quiser e tá sussa”. Ora, esse Jesus é um fantoche; uma invenção daqueles que não querem negar explicitamente a Deus e inventam seu próprio deus que se molda aos seus gostos e caprichos. O Jesus real é outro. Vejamos se Cristo condenou ou não a homossexualidade.

Em primeiro lugar, para se condenar um erro não se faz necessário expô-lo em um discurso; basta simplesmente pregar o certo. Sendo assim, a maior condenação ao homossexualismo se dá na defesa que Jesus Cristo faz do verdadeiro matrimônio. Vejamos:

Os fariseus vieram perguntar-lhe para pô-lo à prova: “É permitido a um homem rejeitar sua mulher por um motivo qualquer?”. Respondeu-lhes Jesus: “Não lestes que o Criador, no começo, fez o homem e a mulher e disse: Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher; e os dois formarão uma só carne? Assim, já não são dois, mas uma só carne. Portanto, não separe o homem o que Deus uniu”. (Mateus 19,3-6)

Como podemos ver, a concepção de matrimônio entre um homem com uma mulher, não é uma invenção da Igreja, mas mandamento confirmado pelo próprio Cristo. Jesus condena nesta passagem o adultério, o divórcio, a poligamia, a homossexualidade, e toda e qualquer união sexual que se afaste do princípio Criador de Deus, ou seja, da vontade de Deus para a humanidade: homem e mulher Deus os criou.

Santa Maria Bertilla Boscardin


Ana Francisca nasceu em 06 de outubro de 1888, na cidade de Vicenza, na Itália. Os pais eram simples camponeses e sua infância transcorreu entre o estudo e os trabalhos do campo, rotina natural dos filhos e filhas de agricultores dessa época. 

Aos dezessete anos mudou o modo de encarar a vida e ingressou no convento das Irmãs Mestras de Santa Dorotéia dos Sagrados Corações, quando adotou o nome de Maria Bertilla. Durante seu período de formação religiosa estudou também enfermagem, de modo que pôde tratar os doentes com ciência e fé. Teve uma existência de união com Deus no silêncio, no trabalho, na oração e na obediência. 

Tinha apenas vinte e dois anos de idade quando teve que enfrentar em seu próprio corpo a marca de um tumor. Logo foi operada e antes que pudesse se recuperar totalmente, já estava aos pés dos seus doentes outra vez. Não descansava nunca, mesmo diante das humilhações pessoais que precisava enfrentar. 

Naquela época estourou a Primeira Guerra Mundial e Irmã Maria Bertilla surpreendeu com sua incansável disposição e solidariedade de religiosa e enfermeira, no tratamento dos feridos de guerra. Porém, sua doença se agravou e aos trinta e quatro anos sofreu a segunda cirurgia. Não resistiu e morreu no dia 20 de outubro de 1922. 


Ó Deus, Pai todo misericórdia, ao recordarmos a memória de santa Maria Bertilla, nós vos pedimos que, seguindo seus passos na caminhada rumo ao Reino definitivo, possamos nos dedicar sempre mais no serviço generoso à sua Igreja na pessoa dos nossos irmãos mais abandonados e necessitados. Por Cristo Nosso Senhor. Amém. 

São Pedro de Alcântara, "Padroeiro do Brasil"


“Aqueles que são de Cristo crucificaram a própria carne 
com os seus vícios e concupiscências” (Gal 5,24)

Esta Palavra do Senhor se aplica muito bem a São Pedro de Alcântara, o qual lembramos hoje, pois soube vencer o corpo do pecado através de muita oração e mortificações. Pedro nasceu em Alcântara, na Espanha, em 1499.

Menino simples, orante e de bom comportamento, estudou na universidade ainda novo, mas soube, igualmente, destacar-se no cultivo das virtudes cristãs, até que, obediente ao Mestre, o casto e caridoso jovem entrou para a Ordem de São Francisco, embora seu pai quisesse para ele o Direito. Pedro foi ordenado sacerdote e tornou-se modelo de perfeição monástica e ocupante de altos cargos, o qual administrou até chegar, com vinte anos, a superior do convento e, mais tarde, eleito provincial da Ordem.

Franciscano de espírito e convicção, era sempre de oração e jejum, poucas horas de sono, hábito surrado, grande pregador e companheiro das viagens. Como provincial, visitou todos os conventos da sua jurisdição, promovendo uma reforma de acordo com a regra primeira de São Francisco, da qual era testemunho vivo. Conhecido, sem desejar, em toda a Europa, foi conselheiro do imperador Carlos V e do rei João III, além de amigo dos santos e diretor espiritual de Santa Teresa de Ávila; esta, sobre ele, atestou depois da morte do santo: “Pedro viveu e morreu como um santo e, por sua intercessão, conseguiu muitas graças de Deus”.

Considerado um dos grandes místicos espanhóis do séc. XVI e dos que levaram a austeridade até um grau sobre-humano, entrou no Céu com 63 anos, em 1562, após sofrer muito e receber os últimos Sinais do Amor (Sacramentos), que o preparou para um lindo encontro com Cristo.

O “Padroeiro do Brasil”

Logo após a Independência, Dom Pedro I entendeu que o Brasil precisava ter um santo padroeiro oficialmente autorizado pelo Papa, embora ele, Dom Pedro I, já tivesse feito a consagração do Brasil a Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida do Norte, em sua vinda de São Paulo para o Rio, logo após o 7 de Setembro. Assim, solicitou ao Papa que fizesse de São Pedro de Alcântara o Padroeiro do Brasil, tendo o Papa concordado.

Com a proclamação da República, São Pedro de Alcântara foi discretamente esquecido, provavelmente porque seu nome lembrava o dos imperadores e, além disso, mostrava o quanto havia de positiva ligação entre o Império e a religião. Porém, seu nome ainda continuou, por muito anos a ser lembrado nos missais mais tradicionais. E foi num destes missais, mais tradicionais, que se encontra a oração transcrita a seguir, a São Pedro de Alcântara, Padroeiro do Brasil, conforme consta no índice do missal citado (“Adoremus – Manual de Orações e Exercícios Piedosos” – Por Dom Frei Eduardo, O.F.M. – XX Edição Bahia – Tipografia de São Francisco – 1942).


Ó grande amante da Cruz e servo fiel do divino Crucificado, São Pedro de Alcântara; à vossa poderosa proteção foi confiada a nossa querida Pátria brasileira com todos os seus habitantes. Como Varão de admirável penitência e altíssima contemplação, alcançai aos vossos devotos estes dons tão necessários à salvação. Livrai o Brasil dos flagelos da peste, fome e guerra e de todo mal. Restituí à Terra de Santa Cruz a união da fé e o verdadeiro fervor nas práticas da religião. 

De modo particular, vos recomendamos, excelso Padroeiro do Brasil, aqueles que nos foram dados por guias e mestres: os padres e religiosos. Implorai numerosas e boas vocações para o nosso país. Inspirai aos pais de família uma santa reverência a fim de educarem os filhos no temor de Deus não se negando a dar ao altar o filho que Nosso Senhor escolher para seu sagrado ministério.

Assisti, ó grande reformador da vida religiosa, aos sacerdotes e missionários nos múltiplos perigos de que esta vida está repleta. Conseguí-lhes a graça da perseverança na sublime vocação e na árdua tarefa que por vontade divina assumiram.

Lá dos céus onde triunfais, abençoai aos milhares de vossos protegidos e fazei-nos um dia cantar convosco a glória de Deus na bem-aventurança eterna. Assim seja!

São Pedro de Alcântara, rogai por nós!

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Catequese do Papa Francisco sobre dar de comer e de beber ao próximo


CATEQUESE
Praça São Pedro – Vaticano
Quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

Uma das consequências do chamado “bem-estar” é aquela de conduzir as pessoas a se fecharem em si mesmas, tornando-as insensíveis às exigências dos outros. Faz-se tudo para iludir apresentando modelos de vida efêmeros, que desaparecem depois de alguns anos, como se a nossa vida fosse uma moda a seguir e a mudar a cada estação. Não é assim. A realidade deve ser acolhida e enfrentada pelo que é, e muitas vezes nos faz encontrar situações de necessidade urgente. É por isso que, entre as obras de misericórdia, está o chamado à fome e à sede: dar de comer aos famintos – e há tantos hoje – e de beber aos sedentos. Quantas vezes os meios de comunicação nos informam de populações que sofrem com a falta de comida e de água, com graves consequências especialmente para as crianças.

Diante de certas notícias e especialmente de certas imagens, a opinião pública se sente tocada e parte em campanhas de ajuda para estimular a solidariedade. As doações se fazem generosas e deste modo se pode contribuir para aliviar o sofrimento de tantos. Esta forma de caridade é importante, mas talvez não nos envolva diretamente. Em vez disso, quando andando pelo caminho, encontramos uma pessoa em necessidade, ou um pobre vem bater à porta da nossa casa, é muito diferente, porque não estamos mais diante de uma imagem, mas somos envolvidos em primeira pessoa. Não há mais distância alguma entre mim e ele ou ela, e me sinto questionado. A pobreza em abstrato não nos questiona, mas nos faz pensar, nos faz lamentar; mas quando vemos a pobreza na carne de um homem, de uma mulher, de uma criança, isso nos interpela! E por isso, aquele hábito que nós temos de fugir às necessidades, de não nos aproximarmos deles, trocando um pouco a realidade dos necessitados com os hábitos da moda para nos afastarmos deles. Não há mais distância alguma entre mim e o pobre quando cruzo com ele. Nestes casos, qual é a minha reação? Esquivo o olhar e vou além? Ou paro para falar e me interesso pelo seu estado? E se faz isso não faltará quem diga: “Está louco, porque fala com um pobre!”Vejo se posso acolher de algum modo aquela pessoa ou procuro me livrar disso o quanto antes? Mas talvez essa peça somente o necessário: algo para comer e para beber. Pensemos um momento: quantas vezes recitamos o “Pai nosso”, e muitas vezes não damos verdadeiramente atenção a essas palavras: “O pão nosso de cada dia nos dai hoje”. 

Série do HBO “The Young Pope” é uma “zombaria escandalosamente ofensiva” do papado.


A nova série da rede de televisão HBO, ‘The Young Pope’ (O Papa jovem), retrata a figura fictícia de um Papa “narcisista, luxurioso, possivelmente bissexual e que usa a cátedra de São Pedro para seus próprios interesses”.

Segundo detalha o site Breitbart, a polêmica série tem dez episódios e é dirigida por Paolo Sorrentino. Na série, vê-se o Bispo Lenny Belardo (Jude Law), que aos 47 anos se torna o primeiro Pontífice americano, e escolhe o nome Pio XIII.

De acordo com uma revisão dos dois primeiros episódios – que foram apresentados no Festival de Cinema de Veneza – realizado pela revista de entretenimento ‘The Hollywood Reporter’, Pio XIII é representado como “arrogante, caprichoso e hilariantemente destrutivo (…) é um anticristo não só pelos seus sonhos loucos de poder, mas pela maneira que ele trata os cardeais e a cúria”. 

“Mas na verdade, a sua mensagem não tem nada em comum com o amor e a fraternidade pregada pela corrente do Papa Francisco”, esclarece a revista.

Do mesmo modo, assinala que este “Papa”, em um momento de descuido, “admite pessoalmente não acreditar em Deus”.

Também se observa que o personagem tenta acertar contas com cardeais rivais, obrigando, inclusive, o personagem do prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé a abandonar o cargo, acusado de ser homossexual.

Por outro lado, o inimigo de Pio XIII, o secretário de Estado da Santa Sé, Cardeal Voiello (Silvio Orlando), é um personagem que tem “fantasias sexuais”. 

Tudo está incluído na oração do Senhor


Quem diz, por exemplo: Assim como diante dos povos manifestastes em nós a vossa santidade, assim também diante de nós manifestai neles a vossa grandeza, e sejam acreditados os vossos profetas, que outra coisa diz senão: Santificado seja o vosso nome?

Quem diz: Deus dos Exércitos, vinde de novo, iluminai o vosso rosto e seremos salvos, que outra coisa diz senão: Venha a nós o vosso reino?

Quem diz: Dirigi os meus passos segundo a vossa palavra, e que nenhuma iniquidade me domine, que outra coisa diz senão: Seja feita a vossa vontade assim na terra conto no Céu?

Quem diz: Não me deis pobreza nem riqueza, que outra coisa diz senão: O pão nosso de cada dia nos dai hoje?

Quem diz: Lembrai-Vos de David, Senhor, e da sua grande piedade, ou também: Senhor, se estou culpado, se nas minhas mãos há iniquidade, se fiz mal a quem me fez bem, que outra coisa diz senão: Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido?

Quem diz: Meu Deus, livrai-me dos inimigos, protegei-me contra os agressores, que outra coisa diz senão: Livrai-nos do mal?

Se evocas todas as invocações contidas na Sagrada Escritura, creio que nada encontrarás que não esteja incluído e compendiado nesta oração do Senhor. Por isso, podemos usar na oração outras palavras para pedir a mesma coisa, mas não para pedir coisas diferentes.

São estes, sem dúvida alguma, os pedidos que havemos de fazer a Deus nas nossas orações, para nós, para os nossos parentes, para os estranhos e até para os inimigos. Nada obsta, de facto, que no coração de quem ora brotem intenções particulares por esta ou aquela pessoa, segundo as necessidades e os diversos graus de parentesco ou de amizade.

Aqui tens uma explicação suficiente, quanto me parece, não só sobre o modo como deves orar mas também sobre o que deves pedir na oração. Não sou eu quem to ensina, mas Aquele que Se dignou ensinar-nos a todos.

Temos de buscar a vida bem-aventurada, temos de a pedir a Deus Nosso Senhor. Em que consiste a vida bem-aventurada? São muitos os que têm discutido sobre ela e são numerosas as sentenças. Nós não precisamos de recorrer a muitos autores nem a tantas opiniões. Encontramos na Sagrada Escritura a resposta breve e verdadeira: Feliz o povo cujo Deus é o Senhor. Para poder formar parte deste povo e chegar a ver o Senhor e viver eternamente com Ele, recordemos que o fim dos mandamentos é promover a caridade, que procede de um coração puro, de uma consciência recta e de uma fé sincera.

Nestas três virtudes, a «consciência recta» tem o lugar da «esperança». Portanto, a fé, a esperança e a caridade levam a Deus aquele que ora; isto é, aquele que crê, espera e ama, e considera atentamente a oração do Senhor, encontra nela tudo o que deve pedir a Deus.   


Da Carta de Santo Agostinho, bispo, a Proba
(Ep. 130, 12, 22 – 13,24: CSEL 44, 65-68) (Sec. V)

A Medalha Benemerenti: um prêmio dos Papas a quem serve à Igreja e à família


A Medalha Benemerenti é uma condecoração papal criada em 1832 pelo Papa Gregório XVI. Ela é concedida a pessoas que prestaram um longo e excepcional serviço à Igreja, à família e à comunidade em geral.

Um caso emocionante de recebimento da Medalha Benemerenti é o de Peter Reilly, reconhecido pelo Livro dos Recordes como o “coroinha mais longevo do mundo“!


Peter ajudou durante nada menos que 91 anos nas celebrações litúrgicas da paróquia católica de Santa Maria – Nossa Senhora Estrela do Mar, na localidade litorânea escocesa de Saltcoats.

São Paulo da Cruz


Paulo Francisco Nasceu em Ovada, região norte da Itália, no dia 03 de janeiro de 1694. Apesar do nome e da posição social, a família não possuía fortuna. Seu pai era um dedicado comerciante que viajava muito. Desde a infância Paulo acostumou-se a acompanhar o pai, primeiro como seu companheiro, depois também para ajudá-lo nos negócios. 

Também desde pequeno se entregava a exercícios de oração e penitência e à leitura da vida dos santos, encantando-se especialmente com a dos eremitas. Gostava ir à igreja para rezar o terço. Essa rotina floresceu e fez crescer sua vocação. Aos dezenove anos decide-se pela vida religiosa. 

Viveu como eremita, longe das cidades. Somente nos fins de semana ia até a cidade, onde pregava e enaltecia a paixão do Senhor. Assim amadurecia em seu coração um projeto de uma comunidade religiosa. Inspirado pelo Espírito Paulo inicia uma nova obra missionária, que teria Jesus Cristo Crucificado como centro, chamados de Padres Passionistas. 

Idoso e doente, quando foi desenganado pelos médicos, Paulo da Cruz, mandou pedir a bênção do Papa Pio VI. O pontífice o convidou para ir até Roma, onde Paulo ainda viveu três anos. Morreu com 81 anos de idade. Hoje a Ordem dos Padres Passionistas está em missão nos cinco continentes. No Brasil eles chegaram em 1911 e tem a sede instalada em São Paulo. 

Homem de oração profunda, Paulo da Cruz sempre insistiu, com palavras e com o exemplo, a importância da oração. Desejava que seus seguidores rezassem sem cessar e que as comunidades fossem lugares apropriados para favorecer intensa experiência de Deus e se tornassem autênticas escolas de oração. 


Glorioso e Eterno Deus, que conferistes a São Paulo da Cruz a graça das grandes iniciativas cristãs, fazendo-o fundador dos Padres Passionistas, concedei-nos a graça de sermos sempre diligentes e fiéis para as coisas de Deus. Isto vos pedimos por Cristo Nosso Senhor. Amém.