quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Donald Trump diz que ficará "lado a lado" com os católicos para "promover os valores cristãos".


Enquanto o círculo político de Hillary Clinton arquitetou uma infiltração ideológica na Igreja católica , o candidato republicano Donald Trump, além de ter assinado compromissos com grupos pró-vida , declara nesse vídeo que ficará "lado a lado" com os católicos para "promover os valores cristãos". 



Algumas lições ficarão com a vitória convincente de Donald Trump:

1. Não existe eleição perdida. O que existe é uma porca e descarada tentativa de se moldar a opinião da população mundial.

2. A dobradinha "esquerda + mídia” já não funciona mais como antigamente.

3. O cidadão comum (eu, você e a maioria esmagadora da planeta), que não vive em um filme de Hollywood, nas novelas, no mundo encantado de Alice ou na loucura socialista não quer saber de progressismo e de ter sua vida dirigida por um sistema de burocratas, que não respeita sua identidade, valores e cultura.

4. A esquerda e seus escusos interesses estão sendo desmascarados mundialmente.

5. Que o indivíduo/pessoa é mais importante do que uma série de arranjos para o surgimento de um pensamento coletivista e cheio de engenharia social.

6. A esquerda em xeque, por sua vez tentará se reorganizar.

Fazemos bem em reler a Carta de Trump para os católicos à qual transcrevemos uma parte: 

Papa na Audiência: visitar um doente é um ótimo remédio


CATEQUESE
Praça São Pedro – Vaticano 
Quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

A vida de Jesus, sobretudo nos três anos do seu ministério público, foi um incessante encontro com as pessoas. Entre essas, os doentes tiveram um lugar especial. Quantas páginas dos Evangelhos narram estes encontros! O paralítico, o cego, o leproso, o endemoniado, o epilético e inumeráveis doentes de todo tipo… Jesus se fez próximo a cada um deles e os curou com a sua presença e o poder da sua força de cura. Portanto, não pode faltar, entre as obras de misericórdia, aquela de visitar e assistir as pessoas doentes.

Junto a essas podemos inserir também aquela de estar próximo às pessoas que se encontram na prisão. De fato, seja os doentes seja os presos vivem uma condição que limita sua liberdade. E justamente quando nos falta, nos damos conta do quanto é preciosa! Jesus nos deu a possibilidade de sermos livres apesar dos limites da doença e das restrições. Ele nos oferece a liberdade que vem do encontro com Ele e do sentido novo que este encontro leva à nossa condição pessoal.

Com essas obras de misericórdia o Senhor nos convida a um gesto de grande humanidade: a partilha. Recordemos esta palavra: a partilha. Quem está doente, muitas vezes se sente sozinho. Não podemos esconder que, sobretudo nos nossos dias, justamente na doença se faz experiência mais profunda da solidão que atravessa grande parte da vida. Uma visita pode fazer a pessoa doente se sentir menos sozinha e um pouco de companhia é um ótimo remédio! Um sorriso, um carinho, um aperto de mão são gestos simples, mas tão importantes para quem sente estar abandonado em si mesmo. Quantas pessoas se dedicam a visitar os doentes nos hospitais ou em suas casas! É uma obra de voluntariado inestimável. Quando é feita no nome do Senhor, então se torna também expressão eloquente e eficaz de misericórdia. Não deixemos as pessoas doentes sozinhas! Não impeçamos que encontrem alívio e que nós sejamos enriquecidos pela proximidade a quem sofre. Os hospitais são verdadeiras “catedrais da dor”, onde, porém, se torna evidente também a força da caridade que sustenta e prova compaixão. 

O que é indulgência plenária? Como alcançá-la no Ano da Misericórdia?


A doutrina e o uso das indulgências na Igreja Católica há vários séculos encontram sólido apoio na Revelação divina, e vem dos Apóstolos.

“Indulgência é a remissão, diante de Deus, da pena temporal devida aos pecados já perdoados quanto à culpa, que o fiel, devidamente disposto e em certas e determinadas condições, alcança por meio da Igreja, a qual, como dispensadora da redenção, distribui e aplica, com autoridade, o tesouro das satisfações de Cristo e dos Santos”. (Norma 1 do Manual das Indulgências).

O Catecismo da Igreja Católica nos ensina que: “Pelas indulgências, os fiéis podem obter para si mesmos e também para as almas do Purgatório, a remissão das penas temporais, sequelas dos pecados (n. 1498).

O pecado tem duas consequências: a culpa e a pena. A culpa é perdoada na Confissão; a pena, que é a desordem que o pecado provoca no pecador e nos outros, e que precisa ser reparado, é eliminada pela indulgência que pode ser plenária (total) ou parcial.

De acordo com o Manual das Indulgências, para se ganhar uma indulgência plenária (uma vez por dia apenas), para si mesmo ou para as almas, deve-se fazer:

a) uma Confissão individual rejeitando todos os pecados (basta uma Confissão para várias indulgências);

b) receber a Sagrada Eucaristia;

c) rezar pelo Papa ao menos um Pai-nosso e uma Ave-Maria.

Não é necessário que tudo seja feito no mesmo dia. Além disso, escolher uma dessas práticas:

1- Adoração ao Santíssimo Sacramento pelo menos por meia hora (concessão n. 3)

2- Leitura espiritual da Sagrada Escritura ao menos por meia hora (concessão n. 50);

3 – Piedoso exercício da Via Sacra (concessão n. 63);

4- Recitação do Rosário de Nossa Senhora na igreja, no oratório ou na família ou na comunidade religiosa ou em piedosa associação (concessão n. 63).

Para o Ano da Misericórdia o Papa Francisco autorizou outros meios de “alcançar misericórdia” por meio da indulgência plenária. Esta prática pode, então, substituir uma das quatro opções citadas acima: Rosário, ou Adoração do Santíssimo, ou Via Sacra, ou leitura bíblica meditada.

Segundo a carta do Papa Francisco a D.Rino Fisichella, presidente do pontifício conselho para a promoção da nova evangelização, se concede a indulgência para o Ano Santo: 

Donald Trump: "Eu serei o presidente de todos os americanos".


Trump ganhou em 290 delegados, ultrapassando o limite de 270 necessários para ser o vencedor no Colégio Eleitoral, em comparação com os 228 de sua rival democrata, Hillary Clinton. O magnata do New York obtido na maioria dos estados-chave como a Carolina do Norte, Ohio, Iowa e Flórida, assim como em alguns onde foi levado para a vitória certeza de Clinton, se Pensilvânia e Michigan. No número total de votos em todo o país a vantagem é de apenas dois décimos, pouco mais de cem mil votos.

Em seu primeiro discurso público após a noite da eleição, Donald Trump prometeu ser "presidente para todos os americanos".

Conciliador 


Consciente de que a nação está praticamente dividida em dois, depois de uma longa e nem sempre limpa campanha eleitoral, Trump lançou uma mensagem conciliadora: "Para todos os republicanos, democratas e independentes neste país eu lhes digo que agora é hora de se reconciliar como um povo unido". Também tem o compromisso de "reconstruir o país" e adicionar todas as pessoas sem diferenças de "raça, religião ou origem. Vamos trabalhar juntos na tarefa de renovar a nação e construir o nosso sonho".

Em relação à política externa, o presidente eleito disse que "temos boas relações com todos os países dispostos a se dar bem com a gente". 

Fiéis brasileiros se preparam para fechamento da Porta Santa


Os católicos de todo o mundo vivenciam os últimos dias do Jubileu da Misericórdia, que será concluído pelo Papa Francisco no dia 20 de novembro, no Vaticano.

Aqui no Brasil, a Porta Santa, aberta em cada diocese, será fechada em datas diferentes. Nas principais arquidioceses será no dia 13 de novembro, em comunhão com o fechamento nas Basílicas papais de Roma: São João de Latrão, Santa Maria Maior e São Paulo Fora dos Muros.

Veja data do fechamento da Porta santa em algumas dioceses:

Brasília

No dia 13 de novembro a Porta Santa será fechada na Catedral Metropolitana de Brasília, às 10h30, em Missa Solene presidida pelo Arcebispo local, Dom Sergio da Rocha.

No Santuário Menino Jesus de Praga, em Brazlândia, a Celebração de fechamento do Jubileu será no dia 20, às 10h.

Dom Sérgio será criado cardeal no dia 19 de novembro, na véspera da conclusão do Ano Santo no Vaticano.

São Paulo

No dia 13, será o encerramento do Ano da Misericórdia em todas as Regiões Episcopais da arquidiocese. O Cardeal Odilo Pedro Scherer preside a Missa do encerramento do Jubileu na Catedral da Sé às 15h.

Rio de Janeiro

O arcebispo do Rio de Janeiro, Cardeal Orani João Tempesta, irá fechar a Porta Santa na Catedral de São Sebastião no sábado, 12, às 8h.

Já no dia 13, o Jubileu da Misericórdia será encerrado no Corcovado (às 12h), na Paróquia Coração Eucarístico (às 19h), na Igreja da Divina Misericórdia (às 19h30), na Basílica Nossa Senhora da Penha (às 16h), e no Santuário de Schoenstatt (às 10h). Na paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Santa Cruz, o fechamento foi no último domingo, 6. 

Somos todos pelo Batismo templos de Deus


Pela graça de Cristo, irmãos caríssimos, celebramos hoje com alegria e júbilo o dia aniversário da consagração deste templo. Mas nós é que devemos ser o templo vivo e verdadeiro de Deus. Com razão, porém, as comunidades cristãs celebram fielmente a solenidade da Igreja Mãe, pois sabem que renasceram espiritualmente por meio dela. Pelo primeiro nascimento éramos vasos da ira de Deus, mas pelo segundo convertemo‑nos em vasos da sua misericórdia. O primeiro nascimento gerou‑nos para a morte; o segundo restituiu‑nos à vida. Todos nós fomos templo do diabo antes do Batismo, mas depois do Batismo merecemos ser templos de Cristo; e, se pensarmos com mais interesse na salvação da nossa alma, tomamos consciência de que somos realmente o templo verdadeiro e vivo de Deus. Deus não habita só em templos edificados pelos homens, nem em casas construídas de madeira ou de pedra, mas principalmente na alma feita à imagem de Deus e por sua própria mão. Assim diz, com efeito, o apóstolo São Paulo: O templo de Deus é santo, e vós sois esse templo. Se Cristo, com a sua vida, expulsou o diabo dos nossos corações, a fim de preparar em nós um templo para Si, trabalhemos com a sua ajuda quanto pudermos, para que Ele não seja ofendido em nós com as nossas obras más. Na verdade, todo aquele que pratica o mal ofende a Cristo. Como já disse, antes de Cristo nos resgatar fomos casa do diabo. Depois merecemos ser casa de Deus, porque Ele Se dignou fazer de nós a sua morada. Por isso, irmãos, se desejamos celebrar com alegria o aniversário deste templo, não devemos destruir em nós, com que todos possam compreender: sempre que vimos à igreja, devemos preparar bem a nossa alma, tal como gostamos de ver adornado o templo de Deus. Queres encontrar a basílica limpa? Então não queiras sujar a tua alma com a imundície do pecado. Se queres que a basílica esteja luminosa, também Deus deseja que a tua alma não esteja nas trevas, como diz o Senhor no Evangelho: brilhe em nós a luz das boas obras e seja glorificado Aquele que está nos Céus. Assim como tu entras nesta igreja, também Deus quer entrar na tua alma, como prometeu: Estabelecerei a minha morada no meio deles e viverei com eles.


Dos Sermões de São Cesário de Arles, bispo

(Sermo 229, 1-3: CCL 104, 905-908) (Sec. VI)

Santo Orestes


Orestes é um nome de origem rude, e significa “o homem da montanha”. No cristianismo tivemos um santo com este nome, que deixou suas marcas na história por meio do martírio. No livro dos santos da Igreja só encontramos um com este nome. Alguns mosteiros importantes foram dedicados à ele, como o da Capadócia, no século IV. 

A tradição relata sua vida começando pelo ponto culminante: a morte pelo testemunho da fé. A fé cristã sempre foi marcada ao longo dos séculos pelos sacrifícios de seus seguidores, iniciados com a Crucificação pela Paixão de Jesus Cristo. Orestes foi mais um desses mártires, provavelmente morreu na última perseguição aos cristãos, decretada pelos romanos. 

Temos uma narração milenar vinda da Capadócia que nos coloca Orestes como um médico, acusado de incitar o povo contra a idolatria. Um médico, de fato, pode exercer influência sobre o ânimo dos doentes, que estão necessitados de ajuda material, mas que também precisam de conforto espiritual. 

Durante o julgamento público, ele clamou que o céu lhe concedesse um prodígio capaz de cair sobre o povo, que queria trair a verdade do Cristianismo. Diz a tradição que as imagens dos templos pagãos e as colunas ruíram imediatamente. 



Santo Orestes, amigo dos pobres e defensor da fé, cumulai seus fiéis devotos com graças e esperança. Possamos encontrar em Vós a Imagem viva da Trindade, e que sejamos nós mesmos os grandes animadores da fé e da alegria entre os mais necessitados.

Eu vos explico o que é a Teologia da Libertação


O Cardeal Joseph Ratzinger, hoje Papa emérito Bento XVI, quando Prefeito da S. Congregação para a Doutrina da Fé, escreveu uma exposição sobre a Teologia da Libertação em sua forma extremada, em 18/03/84; partindo das respectivas premissas e realçando os conceitos característicos do sistema, o autor mostra que a Teologia da Libertação não trata apenas de desenvolver a ética social cristã em vista da situação sócio-econômica da América Latina, mas revolve todos as concepções do Cristianismo: doutrina da fé, constituição da igreja, Liturgia, catequese, opções morais, etc. É de crer que “a gravidade da Teologia da Libertação não seja avaliada de modo suficiente; não entra em nenhum esquema de heresia até hoje existente”; é a subversão radical do Cristianismo, que torna urgente “o problema do que se possa e se deva fazer frente a ela”.É importante que o público esteja consciente de que a Teologia da Libertação não é a extensão das promessas do Cristianismo aos problemas morais suscitados pelas condições sócio-econômicas da América Latina, mas é uma nova versão do racionalismo de Rudolf Bultmann e do marxismo, que utiliza a linguagem dogmática e ascética do patrimônio antigo da fé e se reveste de aspectos de mística cristã. Aos o Cardeal Joseph Ratzinger, fez uma explanação do que é a Teologia da Libertação. Tal documento é de notável importância, pois se deriva de um sábio teólogo encarregado, em Roma, precisamente da Congregação que acompanha a fé e os desvios da fé em nossos dias. (D. Estevão Bettencourt)(Fonte: Pergunte e Responderemos – Ano XXV – No 276 – 1984 ).

EU VOS EXPLICO O QUE É A 
TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO

Para esclarecer a minha tarefa e a alinha intenção, com relação ao tema, parecem-me necessárias algumas observações preliminares: 1) A teologia da libertação é fenômeno extraordinariamente Complexo. É possível formar-se um conceito da teologia da libertação segundo o qual ela vai das posições mais radicalmente marxistas até aquelas que propõem o lugar apropriado da necessária responsabilidade do cristão para com os pobres e os oprimidos no contexto de uma carreta teologia eclesial, como fizeram os documentos do CELAM, de Medellin a Puebla.

1) O presente número já estava impresso quando foi publicado o documento da Santa Sé sabre a Teologia da Libertação. Será objeto de estudos no próximo número. Neste nosso texto, usaremos o conceito “teologia da libertação” em sentido mais restrito: sentido que compreende apenas aqueles teólogos que, de algum modo, fizeram própria a opção fundamental marxista. Mesmo aqui existem, nos particulares, muitas diferenças que é impossível aprofundar nesta reflexão geral. Neste contexto posso apenas tentar pôr em evidência algumas linhas fundamentais que, sem desconhecer as diversas matrizes, são muito difundidas e exercem certa influência mesmo onde não existe teologia da libertação em sentido estrito. 

2) Com a análise do fenômeno da teologia da libertação torna-se manifesto um perigo fundamental paro a fé da Igreja. Sem dúvida, é preciso ter presente que um erro não pode existir se não contém um núcleo de verdade. De fato, um erro é tanto mais perigoso quanto maior for a proporção do núcleo de verdade assumida. Além disso, o erro não se poderia apropriar daquela parte de verdade, se essa verdade fosse suficientemente vivida e testemunhada ali onde é o seu lugar, isto é, na fé da Igreja. Por isso, ao lado da demonstração do erro e do perigo da teologia da libertação, é preciso sempre acrescentar a pergunta: que verdade se esconde no erro e como recupera-la plenamente?

3) A teologia da libertação é um fenômeno universal sob três pontos de vista:

a) Essa teologia não pretende constituir-se como um novo tratado teológico ao lado dos outros já existentes; não pretende, por exemplo, elaborar novos aspectos da ética social da Igreja. Ela se concebe, antes, como uma nova hermenêutica da fé cristã, quer dizer, como nova forma de compreensão e de realização do cristianismo na sua totalidade. Por isto mesmo muda todas as formas da vida eclesial: a constituição eclesiástica, a liturgia, a catequese, as opções morais;

b) A teologia da libertação tem certamente o seu centro de gravidade na América Latina, mas não é, de modo algum, fenômeno exclusivamente latino-americano. Não se pode pensá-la sem a influência determinante de teólogos europeus e também norte-americanos. Além do mais, existe também na Índia, no Sri Lanka, nas Filipinas, em Taiwan, na África – embora nesta última esteja em primeiro plano a busca de uma “teologia africana”. A união dos teólogos do Terceiro Mundo é fortemente caracterizada pela atenção prestada aos temas da teologia da libertação;

c) A teologia da libertação supera os limites confessionais. Um dos mais conhecidos representantes da teologia da libertação, Hugo Assman, era sacerdote católico e ensina hoje como professor em uma Faculdade protestante, mas continua a se apresentar com o pretensão de estar acima das fronteiras confessionais. A teologia da libertação procura criar, já desde as suas premissas, uma nova universalidade em virtude da qual as separações clássicas da Igreja devem perder a sua Importância.