quarta-feira, 31 de dezembro de 2025
sexta-feira, 9 de maio de 2025
PRIMEIRA HOMILIA DO PAPA LEÃO XIV
HABEMUS PAPA LEÃO XIV
segunda-feira, 21 de abril de 2025
Com pesar comunicamos a morte do Papa Francisco
sábado, 18 de janeiro de 2025
O Big Brother e a preocupação com a vida alheia
terça-feira, 14 de janeiro de 2025
Vaticano não liberou padres gays: entenda o documento da “CNBB italiana”
terça-feira, 15 de outubro de 2024
Lula ganha passe livre no Círio de Nazaré
“Cabe ao arcebispo de Belém a condução da Imagem Peregrina em todas as etapas de embarque e desembarque do Garnier Sampaio.” São palavras de dom Alberto Taveira Corrêa, arcebispo de Belém (PA), em nota datada de 7 de outubro de 2022 a respeito da participação do presidente da República na romaria fluvial do dia 8, um dos eventos mais icônicos do Círio de Nazaré – Garnier Sampaio é o nome da corveta da Marinha que leva a Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Nazaré. O tom da nota é bem seco, uma espécie de “não temos absolutamente nada a ver com isso”, em relação à presença do chefe do Executivo federal na embarcação.
Corta para 2024, e lá está o presidente da República participando do Círio de Nazaré, colocando a Imagem Peregrina na redoma de vidro que a protege durante no trajeto de quase 20 quilômetros pela Baía do Guajará. A Agência Brasil, órgão oficial do governo federal, diz que o presidente “deu início ao cortejo e realizou o ato litúrgico de colocar a imagem peregrina de Nossa Senhora de Nazaré em nicho de vidro no navio Garnier Sampaio, da Marinha” – ou seja, fez aquilo que em 2022 o arcebispo havia dito expressamente que cabia única e exclusivamente a ele. Mas, desta vez, sem notinha, nem mesmo um esclarecimento no site ou nas mídias sociais da arquidiocese.
"Quando o tratamento dado a um líder político é ditado mais pelas simpatias pessoais que pela correspondência desse líder aos valores do Evangelho, a credibilidade e o respeito do bispo ficam em xeque".
Qual a diferença? A resposta é muito simples: em um dos episódios, temos um presidente abortista, que afirma que “quando quero conversar com Deus, não preciso de padre ou de pastores”, que defendia até pouco tempo atrás ditador que promove uma perseguição feroz contra a Igreja Católica (hoje estão meio brigados, aparentemente): Luiz Inácio Lula da Silva. No outro, temos Jair Bolsonaro. Ainda que eu não tivesse colocado data nenhuma, nem a foto que abre esta coluna, o leitor saberia muito bem de qual presidente o arcebispo queria máxima distância (e Deus o livre de colocar a mão na santa!), e qual presidente ganhou passe livre para tomar o lugar do arcebispo no ato litúrgico – e não foi só ele, já que a imagem antes passou pelas mãos da primeira-dama também.
Se os pastores querem levar a sério o “não desejamos e nem permitimos qualquer utilização de caráter político ou partidário das atividades do Círio”, como dizia a nota de 2022, podiam começar aplicando o mesmo critério a todos os casos em que um presidente da República quiser participar do evento, em vez de praticamente dizer a um deles que não é bem-vindo, enquanto o outro recebe liberação para violar o protocolo. Para piorar a situação, dom Alberto Taveira foi um dos 152 bispos e arcebispos que, em 2020, assinaram uma carta com várias críticas a Bolsonaro; o ex-presidente está longe de ser perfeito, obviamente, mas quando o tratamento dado a um líder político é ditado mais pelas simpatias pessoais que pela correspondência desse líder aos valores do Evangelho, são a credibilidade e o respeito do bispo que ficam em xeque.
A coluna entrou em contato com a Arquidiocese de Belém na manhã de segunda-feira para entender melhor o que aconteceu nesta participação de Lula no Círio de Nazaré: se as regras mudam de acordo com o presidente de plantão; se não mudaram, mas o arcebispo fez vista grossa porque, afinal, é o Lula, nosso “homem sem pecado”; ou se tudo aquilo aconteceu à revelia da vontade do arcebispo, sabe Deus como. Até agora, nada de resposta, mas o espaço continua aberto.
Por: Marcio Antônio Campos
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sexta-feira, 9 de agosto de 2024
Semana Nacional da Família 2024: "Família e Amizade"
Entre os dias 11 e 17 de agosto de 2024, a Igreja no Brasil
celebra a Semana Nacional da Família, uma ocasião especial para refletir,
fortalecer e renovar os laços familiares à luz da fé cristã. O tema deste ano,
“Família e Amizade”, e o lema “Amizade, uma forma de vida com sabor do
Evangelho”, estão em sintonia com a Campanha da Fraternidade 2024, que convida
todos os fiéis a viver a fraternidade de maneira concreta e autêntica.
A família é o núcleo fundamental da sociedade,
onde os valores e princípios são transmitidos de geração em geração. É no seio
da família que aprendemos o significado do amor, do respeito, da solidariedade
e da fé. No entanto, em um mundo cada vez mais globalizado e digitalizado, as
relações familiares e de amizade muitas vezes são desafiadas por uma série de
fatores, como a falta de tempo, o estresse cotidiano e a influência das redes
sociais.
O tema “Família e Amizade” nos chama a atenção
para a importância de cultivar relações saudáveis e genuínas dentro e fora do
ambiente familiar. A amizade, vista como uma forma de vida com sabor do
Evangelho, é um convite a viver o mandamento do amor de maneira concreta,
partilhando, apoiando e caminhando juntos na fé e na vida.
O lema “Amizade, uma forma de vida com sabor
do Evangelho” nos lembra das palavras de Jesus: “Ninguém tem maior amor do
que aquele que dá a vida pelos seus amigos” (João 15,13). A verdadeira amizade, conforme ensinada por
Cristo, é caracterizada pelo amor abnegado, pela confiança mútua, pelo apoio
nos momentos difíceis e pela alegria compartilhada nas conquistas.
Nesta Semana Nacional da Família, somos
convidados a refletir sobre como podemos viver a amizade de acordo com os
ensinamentos de Jesus. Isso inclui sermos mais presentes na vida de nossos
familiares e amigos, dedicando tempo de qualidade a eles, escutando com
atenção, oferecendo apoio e encorajamento, e sendo testemunhas do amor de
Cristo em nossas relações diárias.
terça-feira, 19 de dezembro de 2023
Bênção a "casais" do mesmo sexo?
Entenda porque é um escândalo a bênção a casais irregulares e pares do mesmo sexo
Uma coisa é “Fiducia supplicans”, outra coisa é o que farão dela.
Trans e Homossexuais: o que mudou na Igreja? - Padre José Eduardo responde
A Igreja e a bênção dos casais em situação irregular e do mesmo sexo
domingo, 24 de setembro de 2023
As falácias do primeiro voto em favor do aborto no STF
quinta-feira, 3 de agosto de 2023
Homilética: Vigília da Assunção de Nossa Senhora (14 de Agosto*): "Feliz aquela que te trouxe no seu ventre".
Maria foi elevada gloriosamente ao Céu em corpo e alma. É uma verdade de fé que nos aparece simbolizada, em figura, num facto do Antigo Testamento.
A Arca do Antigo testamento foi construída segundo as indicações dadas pelo Senhor a Moisés. Transportava as Tábuas da Lei recebidas no Sinai, um pouco de maná e outros objectos ligados à história do Povo de Deus. Sobre ela brilhava a glória do Senhor e era a presença sensível de Yhaveh no meio do Seu Povo.
Maria Imaculada é a Arca da Nova Aliança. É a obra mais perfeita que Deus criou: Comporta toda a perfeição possível a uma criatura e foi ornada de privilégios singulares, em atenção a ter sido eleita para Mãe do Redentor.
Transportou em seu seio virginal, durante nove meses, o Filho de Deus – o Verbo Incarnado – no meio do Seu Povo. Guardou generosamente em seu Coração a Palavra de Deus, para a meditar e transformar em vida. Como poderia, então, o Senhor permitir que esta Arca santíssima fosse entregue à corrupção e voragem do túmulo?
A nossa imaginação limitada tenta reconstituir esse acolhimento glorioso de Maria em Corpo e Alma.
A comunhão com a Santíssima Trindade em que vivera na terra – Filha de Deus Pai, Mãe de Deus Filho e Esposa de Deus Espírito Santo – torna-se agora ainda mais intensa, porque cederam para sempre as barreias levantadas pelos sentidos na vida terrena: Acolhem-n’A com a maior alegria S. José, seu esposo virginal, os Anjos, os Patriarcas e os justos de todos os tempos.
Vivemos hoje esta mesma alegria e comunhão, com a Igreja Universal – triunfante, padecente e militante, por esta Celebração da Eucaristia. Preparemo-nos para ir ao seu encontro. «Depois, ofereceram diante de Deus holocaustos e sacrifícios de paz.»
A verdadeira devoção a Nossa Senhora exterioriza-se pelas nossas flores e Cânticos, mas vivemo-la quando procuramos imitá-l’A, seguir o caminho que Ela seguiu, caminhando ao seu encontro. Aclamamo-l’A como cheia de graça. Procuremos viver na graça santificante e alimentar esta vida divina com os Sacramentos. Invocamo-l’A como Virgem fidelíssima. A nossa fidelidade à vocação batismal, concretizada, depois, na vocação pessoal, é uma consequência da nossa devoção mariana.
Não podemos evitar a corrupção do túmulo, mas podemos lutar por nos mantermos afastados do contágio da corrupção moral. Nas horas mais difíceis, lembremo-nos de Ela espera por nós.
São muitas as pessoas que procuram cantar as glórias de Nossa Senhora. Cumpre-se, deste modo, a profecia da Mãe de Jesus em casa de Isabel: «De hoje em diante me proclamarão bem-aventurada todas as gerações.»
Não podemos ficar como quem aplaude, ao lado do caminho, um cortejo que passa por nós. Esta celebração é um convite insistente a que sigamos pelo seu caminho, a que A acompanhemos, porque vamos a caminho da felicidade em que Ela se encontra.
Jesus Cristo, depois de ter ouvido o elogio a Sua Mãe, de uma mulher anónima do povo, ensina-nos como havemos de segui-l’A. Como poderíamos seguir o caminho do Céu que Jesus nos ensina, sem o conhecermos? Precisamos urgentemente de formação doutrinal. A nossa piedade crescerá na medida da formação que procurarmos adquirir.
Maria ensina-nos a combater a ignorância religiosa, o maior inimigo de Deus no mundo de hoje. A crise de fé e moral em que vivemos tem as sua origem nela. As pessoas confundem facilmente religiosidade com verdadeiro cristianismo, vivido em toda a sua exigência.
São muitas as perguntas a que o cristão deve dar uma resposta concreta à luz da fé. Não basta o bom senso para o fazer, e o Espírito Santo não quer alimentar a nossa preguiça, substituindo-nos naquilo que podemos fazer.
Precisamos urgentemente de estudar o catecismo e prestar atenção às respostas que o Santo Padre e os Bispos vão dando aos problemas do nosso tempo. Uma piedade sem doutrina cai facilmente num sentimentalismo estéril, sem qualquer influência no nosso comportamento, numa separação entre as exigências da fé e a vida.
Deixar-se guiar pela Palavra de Deus. «Felizes antes os que (…) a guardam.» A fé, infundida em nós pelo Espírito Santo, no Baptismo, e alimentada pela Palavra de Deus, deve ser vivida em todas as circunstâncias, por uma luta ascética constante. Para tornar isto possível, recebemos as virtudes e os Dons do Espírito Santo os quais devem produzir frutos.
Quando não fazemos um esforço para sermos coerentes com a fé, agindo de acordo com ela, acabamos por justificar o mal, o pecado. A fé enfraquece e acaba por se apagar.
Maria, elevada ao Céu em Corpo e Alma, anima-nos continuamente a subir, a melhorar espiritualmente, a sermos santos na situação em que nos encontramos, se ela está de acordo com a Lei de Deus.
Promessa da nossa ressurreição. A Ressurreição de Jesus e a de Sua Mãe é promessa da nossa glorificação final. S. Paulo recorda-nos esta verdade na primeira Carta aos fiéis de Corinto. «No fim dos tempos, este nosso corpo corruptível ficará incorruptível, este nosso corpo imortal ficará imortal.»
Seguindo Nossa Senhora na vida, mesmo sem darmos por isso, caminhamos direta e fielmente para a nossa glorificação eterna no Céu.
Há apenas uma pequena diferença entre a glorificação de Maria e a nossa: Ela foi glorificada em Corpo e Alma imediatamente depois de terminar a sua caminhada na terra. O nosso corpo voltará ao pó de que foi formado, para ressuscitar e ser revestido de glória no fim dos tempos.
Na Celebração da Eucaristia pedimos para esta verdade se realize em cada um de nós: «Anunciamos, Senhor, a Vossa vinda, proclamamos a Vossa Ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!»
segunda-feira, 1 de maio de 2023
Quando os cristãos viram “bodes expiatórios”
A teoria do “bode expiatório”
René Girard (1923-2015), acadêmico consagrado e católico polêmico, formulou a teoria do “bode expiatório”, que pode, ao menos em parte, explicar o processo de cancelamento cultural dos cristãos no Ocidente atual. Em linhas gerais, Girard propõe que os grupos sociais, para se manterem unidos, a despeito das diferenças e oposições internas entre seus membros, precisam de um “bode expiatório”, uma pessoa ou algumas pessoas, com características diferentes daquelas do grupo social, que são estigmatizadas e excluídas. Cria-se assim uma maioria de iguais, considerados bons e sadios, que devem se manter unidos, em contraposição aos diferentes, considerados maus e corruptos, que devem ser afastados e condenados.
Esses diferentes devem ter características físicas ou culturais que os distinguem dos demais, facilitando sua identificação; e, nos casos mais emblemáticos, terem praticado algum gesto reprovável, que legitime sua condenação. Importante notar que as características distintas podem ser positivas ou negativas, o bode expiatório pode ser considerado assustadoramente feio ou perigosamente bonito, como vemos entre adolescentes vítimas de bullying; e a exclusão pode se basear num dado real, como acontecia com os leprosos no tempo de Jesus, ou ser um preconceito totalmente infundado, como aquele contra os cristãos na Roma Antiga. Não é a culpa dos segregados, mas a necessidade dos segregacionistas que causa a condenação.
Minorias frequentemente se tornam “bodes expiatórios” de uma sociedade. Os migrantes e refugiados vindos dos países pobres frequentemente são apontados como causa do desemprego em nações ricas, apesar de poucas vezes disputarem empregos com a população local – geralmente trabalham em empregos de baixa qualificação que não interessam aos trabalhadores nativos do país. Os judeus foram, de fato, segregados pela sociedade cristã, sob a alegação de terem matado Jesus, mas sabemos que Cristo morreu por toda a humanidade e sua condenação teria sido sancionada por qualquer multidão naquela situação, fosse qual fosse sua etnia.
Papa adverte sobre a falsa ideia de liberdade compartilhada pelo comunismo e consumismo
A Faculdade de Informática e Biônica da Universidade Católica Péter Pázmány de Budapeste foi palco do último ato da viagem apostólica do papa Francisco à Hungria, 41ª de seu pontificado, que começou na sexta-feira (28).
Nesta instituição acadêmica, são formados engenheiros de computação que aplicam seus conhecimentos no campo da biologia molecular e neuronal e da medicina.
O papa chegou ao local em cadeira de rodas e abençoou e beijou um bebê. Muitos aplausos acompanharam a entrada de Francisco no campus universitário, onde cerca de 250 pessoas, entre docentes e estudantes, o esperavam.
O magnífico reitor da Universidade, padre Géza Kuminetz, elogiou a presença do papa Francisco “como sinal do importante papel da ciência não só na vida eclesiástica, mas também na vida social”.
Ele também disse que nas universidades católicas se tenta “captar as sementes de Deus” que estão escondidas “na criação e na revelação”.
Assim, “com a ajuda da ciência, não queremos só compreender, queremos também fazer a coisa certa, ou seja, construir uma civilização humana e solidária”, disse.
Depois de ouvir atentamente o testemunho de um professor e de um aluno, o papa desfrutou de um breve intervalo musical.
O papa refletiu sobre a questão cultural, o perigo da técnica que instrumentaliza o homem, a missão da universidade e o risco de ideologias que distorcem a liberdade.
Assembleia da CNBB trata apenas de política em sua “Mensagem ao Povo Brasileiro”
A ‘Mensagem’ trata exclusivamente de assuntos políticos que vão da guerra da Ucrânia à vacinação, passando por taxas de juros no Basil e elogio ao governo federal pela nomeação de lideranças indígenas “a diversos postos de decisão no governo federal”.
Depois de listar “situações nos preocupam, como os autoritarismos, as polarizações, as desinformações, as desigualdades estruturais, o racismo, os preconceitos, a corrupção, a banalização do mal e das vidas, as doenças, a drogadição, o tráfico de drogas e pessoas, o analfabetismo, as migrações forçadas, as juventudes com poucas oportunidades, as violências em todas as suas dimensões, o feminicídio, a precarização do trabalho e da renda, as agressões desmedidas à “casa comum”, aos povos originários e comunidades tradicionais, a mineração predatória, entre tantas outras, que fragilizam o tecido social e tencionam as relações humanas”, os bispos fazem um diagnóstico claro.
“Esses problemas têm origem na opção por um modelo econômico cruel, injusto e desigual”, diz a mensagem assinada pelo arcebispo de Belo Horizonte, dom Valmor de Azevedo, que está sendo substituído por Spengler na presidência da entidade, os vices e o secretário-geral que estão de saída. “Por trás da palavra ‘mercado’ existe um sistema financeiro e econômico autônomo, que protagoniza ações inescrupulosas, destrói a vida, precariza as políticas públicas, em especial a educação e a saúde, adota juros abusivos que ampliam o abismo social, afeta a cadeia produtiva e reduz o consumo dos bens necessários à maioria do povo brasileiro”.
A crítica aos juros altos ecoa as manifestações de Lula contra a taxa de 13,5% mantida pelo Banco Central.
Para dom Jayme Spengler, “a condição de discípulo, discípula, de Jesus, do Crucificado, o Ressuscitado, tem implicações na vida social. E a Igreja não pode ficar calada, independente de partido político, ou de quem esteja no poder. Nós precisamos, e devemos, naquilo que dizemos, naquilo que fazemos, ter como referência, eu repito, Jesus Cristo e o Evangelho. É isso o que pauta nossas decisões”.
Citando o Evangelho de Mateus, dom Jayme disse que “ser sal da terra, luz do mundo, fermento de transformação” deve se dará “em vista de uma fraternidade, de uma sociedade mais integrada, integradora, para as futuras gerações”.
A ACI Digital introduziu a pergunta aos bispos dizendo que a Mensagem ao Povo Brasileiro deste ano não se refere nenhuma vez a conversão, penitência, vida espiritual, nada diretamente ligado à “visão beatífica, meta da nossa caminhada na terra”, como diz o Catecismo da Igreja Católica.














