Um vídeo em que diversos atores da Globo fazem uma defesa incondicional ao aborto conforme bel prazer da mulher (MEU CORPO MINHAS REGRAS), em pouco mais de 10 dias já alcançou uma marca histórica.
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Campanha abortista com atores da Globo tem segundo maior índice de reprovação da história do Youtube
Um vídeo em que diversos atores da Globo fazem uma defesa incondicional ao aborto conforme bel prazer da mulher (MEU CORPO MINHAS REGRAS), em pouco mais de 10 dias já alcançou uma marca histórica.
Qual é a situação dos valentes cristãos que decidiram ficar no Iraque e na Síria?
A guerra no Iraque e na Síria cobrou um alto preço
dos cristãos caldeus do Oriente Médio. Agora, os Bispos dessa Igreja oriental
em comunhão com Roma, como Dom Bashar Warda, Arcebispo de Erbil (Iraque), perguntam-se
o que podem fazer para ajudar os refugiados cristãos a sobreviver e a preservar
na fé diante da perseguição.
“Meu plano está em como ajudar as famílias cristãs
que decidiram ficar a permanecerem e viverem com dignidade. Essa é minha grande
preocupação, todo o plano”, disse Dom Warda ao Grupo ACI.
“Para ser honesto, eu não posso dizer a ninguém que
fique. Há centenas de razões que motivam as pessoas a irem embora. Não há
alguma razão que realmente os incentive e ajude a ficar. Mas, temos a fé e a
esperança de que esta comunidade ficará, e, pela graça de Deus, que esteja
fortalecida pelas orações que recebemos”, comentou.
A sede patriarcal da Igreja Católica Caldeia é
Bagdá. Esta Igreja está presente no Irã, Síria, Líbano, Turquia, Israel e
Egito, assim como na França e nos Estados Unidos. Segundo afirmou a Associação
para o Bem-estar do Oriente Próximo Católico há cerca de 400 mil católicos
caldeus no mundo.
A violência no Iraque depois da invasão
norte-americana no ano 2003 e o surgimento do Estado Islâmico no Iraque e na
Síria se traduziu nos assassinatos e expulsões seletivas de muitos cristãos.
Este conflito causou a fuga de milhões de pessoas, incluindo centenas de
milhares de cristãos.
Muitos fugiram para Jordânia, Líbano e Turquia,
enquanto outros são deslocados dentro de seus países de origem. Os caldeus
iraquianos foram deslocados para Erbil e Dohuk.
Erbil, a cidade natal de Dom Warda, está localizada
na região do Curdistão, ao norte do Iraque. Esta é uma região segura, apesar de
ter uma fronteira de pouco mais de mil quilômetros de comprimento que limita
com o território controlado pelo Estado Islâmico.
“A atitude de acolhida do governo curdo foi
realmente uma grande ajuda para os refugiados cristãos e yazidis”, disse o
Arcebispo e acrescentou que “temos no Curdistão 1.800.000 refugiados”.
Lista das Igrejas que juntas compõem a Igreja Católica Apostólica Romana
A Igreja Católica "considera iguais em direito
e dignidade todos os ritos [litúrgicos] legitimamente reconhecidos e quer que
no futuro se mantenham e sejam promovidos por todos os meios". Sendo
assim, as principais "tradições litúrgicas ou ritos, actualmente em uso na
Igreja, são: o rito latino (principalmente o rito romano, mas também os ritos
de certas igrejas locais, como o rito ambrosiano ou o de certas ordens
religiosas)" e os ritos orientais ("os ritos bizantino, alexandrino
ou copta, siríaco, arménio, maronita e caldeu").
Aqui estão as Igrejas orientais católicas sui
juris, as suas respectivas tradições litúrgicas orientais e a sua respectiva
data (ou suposta data) de fundação (ou seja, de comunhão com a Santa Sé).
RITO OCIDENTAL (Latino ou Romano)
1.
Igreja Católica Apostólica Romana (Patriarcado de Roma)
RITOS ORIENTAIS
Igrejas unidas plenamente ao Patriarcado de Roma
Tradição Alexandrina (copta)
Rito Alexandrino
2. Igreja Copta Católica (Patriarcado de Alexandria)
3. Igreja Etíope Católica (atualmente na diáspora)
Tradição Antioquena
Rito Siro-maronita
4. Igreja Maronita (Patriarcado de Antioquia)
Rito Aramaico ou
siríaco-antioqueno
5. Igreja Síria Católica (Patriarcado de Antioquia)
6. Igreja Siro-Malancar Católica
Tradição Constantinopolitana e Bizantina
Rito Greco-bizantino
7. Igreja Greco-Melquita Católica (Patriarcado de Antioquia, Alexandria e Jerusalém)
8. Igreja Grega Católica em Constantinopla (Patriarcado de Constantinopla)
9. Igreja Ítalo-Albanesa Católica
Rito Ucraniano ou
bizantino-eslavo
10. Igreja Ucrâniana Católica
Rito Bizantino-eslavo
11. Igreja Búlgara Católica
12. Igreja Eslovaca Católica
13. Igreja Húngara Católica
14. Igreja Iugoslava Católica
15. Igreja Romena Católica
16. Igreja Rutena Católica
Rito
Bizantino-russo-eslavo
17. Igreja (Comunidade) Bielo-russa Católica (atualmente na diáspora)
18. Igreja (Comunidade) Russa Católica
Rito Bizantino
19. Igreja (Comunidade) Albanesa Católica
Tradição Armênia
Rito Armênio
20. Igreja Armênia Católica (Patriarcado)
Tradição Caldéia ou sírio-oriental (siríaco-antioqueno)
Rito Caldeu ou sírio
oriental
21. Igreja Caldeana Católica (Patriarcado)
22. Igreja Siríaca Malabar Católica
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
Religiosa católica nos Estados Unidos ganha concurso de cozinha na TV
O reality de concursos de cozinha “Chopped”
(Picado), transmitido por Food Network, premiou na última segunda-feira, 9, a
Irmã Alicia Torres, uma religiosa de 30 anos, membro das Franciscanas da
Eucaristia, de Chicago (Estados Unidos).
Neste dia, os participantes do concurso eram
pessoas que realizavam algum voluntariado social. Para ganhar, precisavam
preparar uma guarnição, utilizando restos dos ingredientes que se utilizam para
o jantar do Dia de Ação de Graças (como peru e feijão), assim como um prato
principal e uma sobremesa.
Irmã Alicia transformou os restos de comidas em
queijadinhas ao estilo mexicano. Também fez um prato do estilo mediterrâneo com
peru ao curry, uns croquetes e um molho de queijo de cabra com feijão verde.
A religiosa ganhou um prêmio de mais de dez mil
dólares, o qual será doado ao refeitório da missão Nossa Senhora dos Anjos,
onde sua congregação atende aos necessitados e onde é encarregada da cozinha.
“O Senhor me deu este talento. Acho que a cozinha é
o lugar no qual tenho a oportunidade de expressar toda a minha criatividade”,
disse Alicia Torres aos jurados.
A religiosa decidiu ingressar em “Chopped” logo
depois de escutar que no programa estavam convocando as religiosas. Para
ingressar no programa, passou por uma entrevista e foi escolhida para competir
no episódio de Ação de Graças, junto a outras três pessoas.
A respeito da sua motivação para participar, a
religiosa disse ao Grupo ACI que “queria fazê-lo por Jesus: ser testemunha de
quão plena pode ser a vida dedicada a Deus. Também queria representar os que
estão entre nós (da congregação), os mais pobres, pois eles são muito amados
por Jesus”.
“Esta não é apenas uma oportunidade para ser um
artista, porque o mais importante é mostrar uma profunda gratidão a Deus e aos
nossos benfeitores pela sua generosidade, a qual sustenta nossa vida e nosso
trabalho”.
Na Catequese Papa fala do convívio familiar
CATEQUESE
Praça
São Pedro – Vaticano
Quarta-feira,
11 de novembro de 2015
Queridos irmãos e irmãs, bom dia!
Hoje vamos refletir sobre uma qualidade
característica da vida familiar que se aprende desde os primeiros anos de vida:
o convívio, ou seja, a atitude de partilhar os bens da vida e de ficar feliz de
poder fazer isso. Partilhar e saber partilhar é uma virtude preciosa! O seu
símbolo, o seu “ícone” é a família reunida em torno da mesa doméstica. A
partilha do alimento – e portanto, além disso, também dos afetos, dos relatos,
dos acontecimentos… – é uma experiência fundamental. Quando há uma festa, um
aniversário, nos reencontramos à mesa. Em algumas culturas é costume fazer isso
também por luto, para estar próximo a quem está na dor pela perda de um
familiar.
O convívio é um termômetro seguro para mensurar a
saúde das relações: se em família há algo que não está bem, ou qualquer ferida
escondida, à mesa se entende logo. Uma família que quase nunca come junto, ou
em cuja mesa não se fala, mas se olha para a televisão, ou para o smartphone, é
uma família “pouco família”. Quando os filhos, sentados à mesa, estão apegadas
ao computador, ao telefone e não se escutam entre eles, isso não é família, é
um pensionato.
O Cristianismo tem uma vocação especial ao
convívio, todos sabem disso. O Senhor Jesus ensinava com prazer à mesa e
representava o reino de Deus como um banquete festivo. Jesus também escolheu a
mesa para entregar aos seus discípulos o seu testamento espiritual – fez isso
na ceia – condensado no gesto memorial do seu Sacrifício: doação do seu Corpo e
do Seu Sangue como Alimento e Bebida de salvação, que alimentam o amor
verdadeiro e duradouro.
Nesta perspectiva, podemos bem dizer que a família
é “de casa” na Missa, justamente porque leva à Eucaristia a própria experiência
de convívio e a abre à graça de um convívio universal, do amor de Deus pelo
mundo. Participando da Eucaristia, a família é purificada da tentação de se
fechar em si mesma, fortificada no amor e na fidelidade e alarga os confins da
própria fraternidade segundo o coração de Cristo.
Nesse nosso tempo, marcado por tantos fechamentos e
por tantos muros, o convívio, gerado pela família e dilatado pela Eucaristia,
se torna uma oportunidade crucial. A Eucaristia e as famílias por ela
alimentadas podem vencer os fechamentos e construir pontes de acolhimento e de
caridade. Sim, a Eucaristia de uma Igreja de famílias, capaz de restituir à
comunidade o fermento ativo do convívio e da hospitalidade recíproca, é uma
escola de inclusão humana que não teme confrontos! Não há pequenos, órfãos,
frágeis, indefesos, feridos e desiludidos, desesperados e abandonados que o
convívio eucarístico das famílias não possa alimentar, restaurar, proteger e
hospedar.
A memória das virtudes familiares nos ajuda a
entender. Nós mesmos conhecemos quantos milagres podem acontecer quando uma mãe
tem olhos e atenção, carinho e cuidado para os filhos dos outros, além de fazer
isso para os próprios. Até ontem, bastava uma mãe para todas as crianças do
quintal! E ainda: sabemos bem quanta força conquista um povo cujos pais estão
prontos para se mover e proteger os filhos de todos, porque consideram os
filhos um bem indiviso, que estão felizes e orgulhosos de proteger.
Pastores protestantes “abençoam” clínica de aborto
Um grupo
de aproximadamente 15 líderes religiosos do estado de Ohio, Estados Unidos,
fizeram um culto ecumênico do lado de fora de uma clínica de aborto. Além de
“abençoar” os seus serviços, agradeceram a Deus “por quem faz o aborto”. A
maioria eram pastores da igreja metodista unida, da igreja episcopal e também
havia um rabino mulher.
“Nos
reunimos aqui hoje porque muitas pessoas religiosas se esqueceram que o amor de
Deus continua firme”, discursou o reverendo Harry Knox, presidente do grupo que
se autodenomina “Coalizão Religiosa para Escolha Reprodutiva”. Havia 40 pessoas
presentes no local, participando do evento.
“Estou
aqui hoje ao lado de meus colegas e pastores para dizer: ‘Graças a Deus por
quem faz aborto. Precisamos avisar as mulheres que existem pessoas de fé
favoráveis ao aborto legal e seguro… O aborto é por vezes necessário e isso
deve ser feito de uma forma segura, digna e sem causar constrangimento’”,
acrescentou a pastora metodista Laura Young.
No final,
Young liderou um momento em que os líderes religiosos impuseram as mãos sobre
as grávidas e os funcionários da clínica de aborto.
A clínica
que funciona desde 1974 na capital Cleveland foi palco desse episódio
lamentável, que tem gerado revolta entre os evangélicos conservadores. As fotos
da cerimônia mostravam esses pastores e pastoras segurando cartazes com dizeres
como: “Boas mulheres também abortam” e “Pró-fé, Pró-Família, Pró-Escolha”.
Nestorianos e Monofisitas
Os cristãos
orientais cismáticos constituem dois blocos principais: os nestorianos
e monofisitas, que se separaram da Igreja nos anos 431 e 451,
respectivamente, por motivos doutrinários (são heterodoxos); e os cristãos
ortodoxos e outros.
Houve no século
V uma corrente dita “nestoriana”, criada por Nestório, patriarca
de Constantinopla desde 428. Afirmava que em Jesus havia dois “eus”
ou duas pessoas: uma divina, com a sua natureza divina, e outra, humana,
com a sua natureza humana. Essa doutrina foi rejeitada pelo Concilio de
Éfeso em 431. Muitos seguidores de Nestório não aceitaram a decisão do
Concilio e se separaram da Igreja, formando o bloco nestoriano.
Espalharam-se até a China e a Índia, mas em nossos dias são um pequeno
número, pois nos últimos quatro séculos a maioria voltou à comunhão
católica.
Pouco depois,
uma corrente de teólogos propôs doutrina contrária de Nestório: em Jesus
haveria um só “eu” e uma só natureza (a divina), pois a humanidade teria
sido absorvida pela divindade. Eram os chamados “monofisitas”, chefiados
por Dióscoro de Alexandria. A sua tese foi rejeitada pelo Concílio de
Calcedônia em 451, que afirmou haver em Jesus uma só pessoa (divina) ou um
só “‘eu” e duas naturezas (a divina e a humana). Muitos monofisitas não
aceitaram a definição de Calcedônia e se separaram da Igreja Católica; são
hoje cerca de cinco milhões no Egito, na Etiópia, na Síria e na Armênia;
já não professam a doutrina de Dióscoro, de modo que a sua volta a
comunhão católica está facilitada.
Em 11/11/1994
o Patriarca Mar Dinkha IV, da Igreja Assíria do Oriente, e o Santo Padre
João Paulo II assinaram uma declaração que professa a mesma fé
cristológica; este foi um caso entre outros semelhantes ocorridos
anteriormente. (*PR n. 283/1985/pg. 454).
Cristãos
Ortodoxos*
No decorrer dos
séculos os cristãos do Oriente e do Ocidente foram divergindo por
culturas diferentes: a grega no Oriente, cuja capital era Bizâncio
ou Constantinopla (Istambul na Turquia de hoje), que pretendia ser
a “Nova Roma” a partir de 330, e a latina no Ocidente, cuja capital
era Roma. Em 800 sob Carlos Magno, foi instaurado o Sacro Império Romano
da Nação Franca – o que desgostou os bizantinos, pois a um “bárbaro”
era entregue a coroa imperial. Além disso, falavam uns o grego e outros o
latim; os costumes litúrgicos e a disciplina iam se diferenciando aos
poucos. Ora, isso causou mal-atendidos e rivalidades crescentes entre
cristãos bizantinos e cristãos latinos; a controvérsia iconoclasta
(proibição do uso de imagens) nos séculos VIII e IX aumentou o conflito
entre uns e outros, revelando-se o desprezo dos imperadores bizantinos
pelo Ocidente europeu. Assim, com o passar dos séculos, foi-se
abrindo um fosso entre Roma e Constantinopla.
No ano 330,
o imperador romano Constantino transferiu a capital do império
de Roma para Bizâncio (hoje Istambul), pouco significante na história até
então. Em Bizâncio foi sendo formada uma mentalidade própria dita
“o bizantinismo”. Do ponto de vista eclesiástico, Bizâncio carecia
de importância; a sua comunidade cristã não fora fundada por algum
dos apóstolos (como as de Jerusalém, Antioquia, Alexandria, Roma…).
Compreende-se então que o prestígio que Bizâncio não possuía por suas
tradições, os bizantinos o quisessem obter por suas reivindicações. De
modo geral, ia se tornando difícil aos bizantinos reconhecer a autoridade
religiosa de Roma, já que todo o esplendor da corte imperial se havia
transferido para Constantinopla.
Além disso os
imperadores bizantinos, herdeiros do conceito pagão de Pontifex Maximus
(Pontífice Máximo, no plano religioso), ingeriam-se demasiadamente em
questões eclesiásticas, procurando manter a Igreja Oriental sob o seu
controle. Os monarcas, nas controvérsias teológicas, muitas vezes
favoreciam as doutrinas heréticas, contrapondo-se assim a Roma e ao seu
bispo, que difundia a reta fé. Os patriarcas de Constantinopla, por sua
vez, muito dependentes do imperador, procuravam a supremacia sobre as
demais sedes episcopais do Oriente. Além disso, queriam rivalizar com o
Patriarca de Roma, sucessor de Pedro, aderindo à heresia e provocando
cismas: dos 58 bispos de Constantinopla, desde Metrófanes (315-325) até
Fócio (858), um dos vanguardeiros da ruptura, 21 foram partidários da
heresia; do Concilio de Niceia I (325) até a ascensão de Fócio (858), a
sede de Bizâncio passou mais de 200 anos em ruptura com Roma.
terça-feira, 10 de novembro de 2015
Morre em São Luís o Monsenhor Hélio Maranhão
Na
noite de ontem (09), faleceu em São Luís, o Monsenhor Hélio Maranhão. Poeta,
orador sacro, homem público, versátil, trabalhador, inteligente e corajoso, com
inegável e invejável folha de serviços prestados à Igreja, ao Estado do
Maranhão e à cultura, o Monsenhor Hélio Maranhão é reconhecido como uma das
maiores expressões do Clero maranhense.
"Monsenhor
Hélio Maranhão era um apaixonado pelo Evangelho"
Na
tarde desta terça-feira (10), as 14h, na igreja Santo Antônio, Centro
Histórico, dezenas de amigos e parentes se reuniram para a Santa Missa de corpo
presente de Monsenhor Hélio Maranhão presidida pelo arcebispo dom José
Belisário, concelebrada pelo bispo auxiliar dom Esmeraldo Barreto, pelo bispo
emérito de Viana, dom Xavier Gilles, e pelo bispo de Brejo, dom José Valdeci.
Também concelebraram padres capelães, padres
diocesanos e diáconos permanentes da Capelania e da Arquidiocese. A santa missa
foi marcada por fortes homenagens, entre membros da Academia Maranhense de
Letras, Empresariado, amigos e parentes. Entre as homenagens um destaque para a
leitura da Carta de dom José Guimarães, Arcebispo da Capelania Militar do
Brasil. Dom Xavier Gilles, em sua homilia, fez referencia ao Monsenhor como um
servo apaixonado: " Monsenhor Hélio era um apaixonado pelo
Evangelho". E proseguiu afirmando que "tudo que ele fazia era por
paixão: paixão pelo Evangelho, paixão pela Igreja, paixão pelos pobres, paixão
pelo seus". Dom Xavier recuperando o ensinamento evangélico do dia,
encerrou dizendo: " que ao fim da nossa vida, possamos tomar o exemplo de
Hélio Maranhão e dizer 'sou um servo inútil, não fiz mais que minha
obrigação'". Após a comunhão, padre José Raimundo, capelão, fez a
encomenda do corpo do Monsenhor que, em seguida, saiu levado pelos padres
capelães e, na porta da igreja, entregue nas mãos dos cadetes para o cortejo
fúnebre ao Carro de Bombeiros para prosseguir até o cemitério Jardim da Paz.
Sob aplausos, foguetes, canções e torques, Monsenhor recebeu as últimas
homenagens de pessoas que o queriam tão bem. Como ele dizia: "quando
morrer, não quero tristeza, mas alegria, pois eu vou viver no Pai".
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