quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Não sabemos o que devemos pedir


Talvez perguntes ainda por que razão diz o Apóstolo: Não sabemos o que devemos pedir nas nossas orações, uma vez que é impossível pensar que ele ou aqueles a quem se dirigia desconhecessem a oração do Senhor.

Na verdade, também o Apóstolo experimentou a sua incapacidade de pedir o que convém. De facto, quando sentia o espinho que lhe fora deixado na carne, o anjo de Satanás que o esbofeteava para não se ensoberbecer com a sublimidade das revelações, três vezes pediu ao Senhor para o libertar desse tormento, ignorando certamente o que lhe era conveniente pedir. E ouviu a resposta de Deus, explicando-lhe a razão por que não se realizava nem era conveniente que se realizasse o que pedia um homem tão santo: Basta-te a minha graça, porque é na fraqueza que se manifesta o meu poder.

Certamente, nas tribulações, que tanto nos podem ser úteis como prejudiciais, não sabemos o que devemos pedir; mas como elas nos são tão duras e difíceis e contrárias à inclinação da nossa débil natureza, todos nós, segundo um desejo comum a todos os homens, pedimos para sermos livres delas. Mas confiemos em Deus nosso Senhor. Se Ele não afasta de nós tais provações, nunca pensemos que Ele nos abandona; ao contrário, pela paciente tolerância destes males, esperemos obter bens melhores. É assim que na fraqueza se manifesta o seu poder. Isto está escrito para que ninguém se glorie, quando alcança de Deus alguma coisa que Lhe pediu com impaciência e que afinal seria melhor não alcançar; e também para que ninguém desanime ou desespere da misericórdia divina, quando Deus não o atende naquilo que pediu e que, possivelmente, ou seria para ele causa de um mal maior, ou ocasião de ruína total, se viesse a cair na sedução da prosperidade. Em tais circunstâncias não sabemos o que devemos pedir.

Portanto, se alguma coisa acontece contra o que pedimos na oração, nunca duvidemos de que o mais vantajoso é o que acontece segundo a vontade de Deus e não segundo a nossa, e suportemos com paciência tal contrariedade, dando graças a Deus por tudo. Temos nisto o exemplo do nosso divino Medianeiro, que disse na véspera da sua paixão: Pai, se é possível, afaste-se de Mim este cálice; mas sublimando a vontade humana assumida na Encarnação, imediatamente acrescentou: Não se faça, porém, a minha vontade, mas a tua. E foi assim que pela obediência de um só veio para todos a justificação.


Da Carta de Santo Agostinho, bispo, a Proba
(Ep. 130, 14, 25-26: CSEL 44, 68-71) (Sec, V)

Jesus condenou os ATOS homossexuais


Salve Maria Imaculada, nossa Corredentora e Mãe!

Todos aqueles que pregam o Evangelho devem tomar o devido cuidado para não condenar as pessoas, não obstante têm a obrigação de condenar o pecado. Nos dias de hoje há uma grande dificuldade em condenar o PECADO do ATO homossexual, uma vez que quase sempre surge aquela turma do “não julgueis”, “Deus ama a todos”, etc.; o resto da ladainha vocês sabem. Porém, quando deixamos claro que estamos falando contra um ato e não contra a pessoa – até porque a Igreja não ensina que um gay deva necessariamente deixar de ser gay; há a terceira via, ou seja, viver o celibato por amor a Jesus Cristo -, surgem algumas argumentações apelativas. Quando dizemos que o ato homossexual é pecado, cita-se a Bíblia, Catecismo, enfim; surge a seguinte objeção: nenhum dos versículos citados foi dito por Jesus. Daí então os adeptos da política gay começam a disseminar a ideia de que Jesus nunca teria condenado o ato homossexual, dando força àquela imagem do Jesus hippie, liberal, que teria dito “faça o que quiser e tá sussa”. Ora, esse Jesus é um fantoche; uma invenção daqueles que não querem negar explicitamente a Deus e inventam seu próprio deus que se molda aos seus gostos e caprichos. O Jesus real é outro. Vejamos se Cristo condenou ou não a homossexualidade.

Em primeiro lugar, para se condenar um erro não se faz necessário expô-lo em um discurso; basta simplesmente pregar o certo. Sendo assim, a maior condenação ao homossexualismo se dá na defesa que Jesus Cristo faz do verdadeiro matrimônio. Vejamos:

Os fariseus vieram perguntar-lhe para pô-lo à prova: “É permitido a um homem rejeitar sua mulher por um motivo qualquer?”. Respondeu-lhes Jesus: “Não lestes que o Criador, no começo, fez o homem e a mulher e disse: Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher; e os dois formarão uma só carne? Assim, já não são dois, mas uma só carne. Portanto, não separe o homem o que Deus uniu”. (Mateus 19,3-6)

Como podemos ver, a concepção de matrimônio entre um homem com uma mulher, não é uma invenção da Igreja, mas mandamento confirmado pelo próprio Cristo. Jesus condena nesta passagem o adultério, o divórcio, a poligamia, a homossexualidade, e toda e qualquer união sexual que se afaste do princípio Criador de Deus, ou seja, da vontade de Deus para a humanidade: homem e mulher Deus os criou.

Santa Maria Bertilla Boscardin


Ana Francisca nasceu em 06 de outubro de 1888, na cidade de Vicenza, na Itália. Os pais eram simples camponeses e sua infância transcorreu entre o estudo e os trabalhos do campo, rotina natural dos filhos e filhas de agricultores dessa época. 

Aos dezessete anos mudou o modo de encarar a vida e ingressou no convento das Irmãs Mestras de Santa Dorotéia dos Sagrados Corações, quando adotou o nome de Maria Bertilla. Durante seu período de formação religiosa estudou também enfermagem, de modo que pôde tratar os doentes com ciência e fé. Teve uma existência de união com Deus no silêncio, no trabalho, na oração e na obediência. 

Tinha apenas vinte e dois anos de idade quando teve que enfrentar em seu próprio corpo a marca de um tumor. Logo foi operada e antes que pudesse se recuperar totalmente, já estava aos pés dos seus doentes outra vez. Não descansava nunca, mesmo diante das humilhações pessoais que precisava enfrentar. 

Naquela época estourou a Primeira Guerra Mundial e Irmã Maria Bertilla surpreendeu com sua incansável disposição e solidariedade de religiosa e enfermeira, no tratamento dos feridos de guerra. Porém, sua doença se agravou e aos trinta e quatro anos sofreu a segunda cirurgia. Não resistiu e morreu no dia 20 de outubro de 1922. 


Ó Deus, Pai todo misericórdia, ao recordarmos a memória de santa Maria Bertilla, nós vos pedimos que, seguindo seus passos na caminhada rumo ao Reino definitivo, possamos nos dedicar sempre mais no serviço generoso à sua Igreja na pessoa dos nossos irmãos mais abandonados e necessitados. Por Cristo Nosso Senhor. Amém. 

São Pedro de Alcântara, "Padroeiro do Brasil"


“Aqueles que são de Cristo crucificaram a própria carne 
com os seus vícios e concupiscências” (Gal 5,24)

Esta Palavra do Senhor se aplica muito bem a São Pedro de Alcântara, o qual lembramos hoje, pois soube vencer o corpo do pecado através de muita oração e mortificações. Pedro nasceu em Alcântara, na Espanha, em 1499.

Menino simples, orante e de bom comportamento, estudou na universidade ainda novo, mas soube, igualmente, destacar-se no cultivo das virtudes cristãs, até que, obediente ao Mestre, o casto e caridoso jovem entrou para a Ordem de São Francisco, embora seu pai quisesse para ele o Direito. Pedro foi ordenado sacerdote e tornou-se modelo de perfeição monástica e ocupante de altos cargos, o qual administrou até chegar, com vinte anos, a superior do convento e, mais tarde, eleito provincial da Ordem.

Franciscano de espírito e convicção, era sempre de oração e jejum, poucas horas de sono, hábito surrado, grande pregador e companheiro das viagens. Como provincial, visitou todos os conventos da sua jurisdição, promovendo uma reforma de acordo com a regra primeira de São Francisco, da qual era testemunho vivo. Conhecido, sem desejar, em toda a Europa, foi conselheiro do imperador Carlos V e do rei João III, além de amigo dos santos e diretor espiritual de Santa Teresa de Ávila; esta, sobre ele, atestou depois da morte do santo: “Pedro viveu e morreu como um santo e, por sua intercessão, conseguiu muitas graças de Deus”.

Considerado um dos grandes místicos espanhóis do séc. XVI e dos que levaram a austeridade até um grau sobre-humano, entrou no Céu com 63 anos, em 1562, após sofrer muito e receber os últimos Sinais do Amor (Sacramentos), que o preparou para um lindo encontro com Cristo.

O “Padroeiro do Brasil”

Logo após a Independência, Dom Pedro I entendeu que o Brasil precisava ter um santo padroeiro oficialmente autorizado pelo Papa, embora ele, Dom Pedro I, já tivesse feito a consagração do Brasil a Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida do Norte, em sua vinda de São Paulo para o Rio, logo após o 7 de Setembro. Assim, solicitou ao Papa que fizesse de São Pedro de Alcântara o Padroeiro do Brasil, tendo o Papa concordado.

Com a proclamação da República, São Pedro de Alcântara foi discretamente esquecido, provavelmente porque seu nome lembrava o dos imperadores e, além disso, mostrava o quanto havia de positiva ligação entre o Império e a religião. Porém, seu nome ainda continuou, por muito anos a ser lembrado nos missais mais tradicionais. E foi num destes missais, mais tradicionais, que se encontra a oração transcrita a seguir, a São Pedro de Alcântara, Padroeiro do Brasil, conforme consta no índice do missal citado (“Adoremus – Manual de Orações e Exercícios Piedosos” – Por Dom Frei Eduardo, O.F.M. – XX Edição Bahia – Tipografia de São Francisco – 1942).


Ó grande amante da Cruz e servo fiel do divino Crucificado, São Pedro de Alcântara; à vossa poderosa proteção foi confiada a nossa querida Pátria brasileira com todos os seus habitantes. Como Varão de admirável penitência e altíssima contemplação, alcançai aos vossos devotos estes dons tão necessários à salvação. Livrai o Brasil dos flagelos da peste, fome e guerra e de todo mal. Restituí à Terra de Santa Cruz a união da fé e o verdadeiro fervor nas práticas da religião. 

De modo particular, vos recomendamos, excelso Padroeiro do Brasil, aqueles que nos foram dados por guias e mestres: os padres e religiosos. Implorai numerosas e boas vocações para o nosso país. Inspirai aos pais de família uma santa reverência a fim de educarem os filhos no temor de Deus não se negando a dar ao altar o filho que Nosso Senhor escolher para seu sagrado ministério.

Assisti, ó grande reformador da vida religiosa, aos sacerdotes e missionários nos múltiplos perigos de que esta vida está repleta. Conseguí-lhes a graça da perseverança na sublime vocação e na árdua tarefa que por vontade divina assumiram.

Lá dos céus onde triunfais, abençoai aos milhares de vossos protegidos e fazei-nos um dia cantar convosco a glória de Deus na bem-aventurança eterna. Assim seja!

São Pedro de Alcântara, rogai por nós!

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Catequese do Papa Francisco sobre dar de comer e de beber ao próximo


CATEQUESE
Praça São Pedro – Vaticano
Quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

Uma das consequências do chamado “bem-estar” é aquela de conduzir as pessoas a se fecharem em si mesmas, tornando-as insensíveis às exigências dos outros. Faz-se tudo para iludir apresentando modelos de vida efêmeros, que desaparecem depois de alguns anos, como se a nossa vida fosse uma moda a seguir e a mudar a cada estação. Não é assim. A realidade deve ser acolhida e enfrentada pelo que é, e muitas vezes nos faz encontrar situações de necessidade urgente. É por isso que, entre as obras de misericórdia, está o chamado à fome e à sede: dar de comer aos famintos – e há tantos hoje – e de beber aos sedentos. Quantas vezes os meios de comunicação nos informam de populações que sofrem com a falta de comida e de água, com graves consequências especialmente para as crianças.

Diante de certas notícias e especialmente de certas imagens, a opinião pública se sente tocada e parte em campanhas de ajuda para estimular a solidariedade. As doações se fazem generosas e deste modo se pode contribuir para aliviar o sofrimento de tantos. Esta forma de caridade é importante, mas talvez não nos envolva diretamente. Em vez disso, quando andando pelo caminho, encontramos uma pessoa em necessidade, ou um pobre vem bater à porta da nossa casa, é muito diferente, porque não estamos mais diante de uma imagem, mas somos envolvidos em primeira pessoa. Não há mais distância alguma entre mim e ele ou ela, e me sinto questionado. A pobreza em abstrato não nos questiona, mas nos faz pensar, nos faz lamentar; mas quando vemos a pobreza na carne de um homem, de uma mulher, de uma criança, isso nos interpela! E por isso, aquele hábito que nós temos de fugir às necessidades, de não nos aproximarmos deles, trocando um pouco a realidade dos necessitados com os hábitos da moda para nos afastarmos deles. Não há mais distância alguma entre mim e o pobre quando cruzo com ele. Nestes casos, qual é a minha reação? Esquivo o olhar e vou além? Ou paro para falar e me interesso pelo seu estado? E se faz isso não faltará quem diga: “Está louco, porque fala com um pobre!”Vejo se posso acolher de algum modo aquela pessoa ou procuro me livrar disso o quanto antes? Mas talvez essa peça somente o necessário: algo para comer e para beber. Pensemos um momento: quantas vezes recitamos o “Pai nosso”, e muitas vezes não damos verdadeiramente atenção a essas palavras: “O pão nosso de cada dia nos dai hoje”. 

Série do HBO “The Young Pope” é uma “zombaria escandalosamente ofensiva” do papado.


A nova série da rede de televisão HBO, ‘The Young Pope’ (O Papa jovem), retrata a figura fictícia de um Papa “narcisista, luxurioso, possivelmente bissexual e que usa a cátedra de São Pedro para seus próprios interesses”.

Segundo detalha o site Breitbart, a polêmica série tem dez episódios e é dirigida por Paolo Sorrentino. Na série, vê-se o Bispo Lenny Belardo (Jude Law), que aos 47 anos se torna o primeiro Pontífice americano, e escolhe o nome Pio XIII.

De acordo com uma revisão dos dois primeiros episódios – que foram apresentados no Festival de Cinema de Veneza – realizado pela revista de entretenimento ‘The Hollywood Reporter’, Pio XIII é representado como “arrogante, caprichoso e hilariantemente destrutivo (…) é um anticristo não só pelos seus sonhos loucos de poder, mas pela maneira que ele trata os cardeais e a cúria”. 

“Mas na verdade, a sua mensagem não tem nada em comum com o amor e a fraternidade pregada pela corrente do Papa Francisco”, esclarece a revista.

Do mesmo modo, assinala que este “Papa”, em um momento de descuido, “admite pessoalmente não acreditar em Deus”.

Também se observa que o personagem tenta acertar contas com cardeais rivais, obrigando, inclusive, o personagem do prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé a abandonar o cargo, acusado de ser homossexual.

Por outro lado, o inimigo de Pio XIII, o secretário de Estado da Santa Sé, Cardeal Voiello (Silvio Orlando), é um personagem que tem “fantasias sexuais”. 

Tudo está incluído na oração do Senhor


Quem diz, por exemplo: Assim como diante dos povos manifestastes em nós a vossa santidade, assim também diante de nós manifestai neles a vossa grandeza, e sejam acreditados os vossos profetas, que outra coisa diz senão: Santificado seja o vosso nome?

Quem diz: Deus dos Exércitos, vinde de novo, iluminai o vosso rosto e seremos salvos, que outra coisa diz senão: Venha a nós o vosso reino?

Quem diz: Dirigi os meus passos segundo a vossa palavra, e que nenhuma iniquidade me domine, que outra coisa diz senão: Seja feita a vossa vontade assim na terra conto no Céu?

Quem diz: Não me deis pobreza nem riqueza, que outra coisa diz senão: O pão nosso de cada dia nos dai hoje?

Quem diz: Lembrai-Vos de David, Senhor, e da sua grande piedade, ou também: Senhor, se estou culpado, se nas minhas mãos há iniquidade, se fiz mal a quem me fez bem, que outra coisa diz senão: Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido?

Quem diz: Meu Deus, livrai-me dos inimigos, protegei-me contra os agressores, que outra coisa diz senão: Livrai-nos do mal?

Se evocas todas as invocações contidas na Sagrada Escritura, creio que nada encontrarás que não esteja incluído e compendiado nesta oração do Senhor. Por isso, podemos usar na oração outras palavras para pedir a mesma coisa, mas não para pedir coisas diferentes.

São estes, sem dúvida alguma, os pedidos que havemos de fazer a Deus nas nossas orações, para nós, para os nossos parentes, para os estranhos e até para os inimigos. Nada obsta, de facto, que no coração de quem ora brotem intenções particulares por esta ou aquela pessoa, segundo as necessidades e os diversos graus de parentesco ou de amizade.

Aqui tens uma explicação suficiente, quanto me parece, não só sobre o modo como deves orar mas também sobre o que deves pedir na oração. Não sou eu quem to ensina, mas Aquele que Se dignou ensinar-nos a todos.

Temos de buscar a vida bem-aventurada, temos de a pedir a Deus Nosso Senhor. Em que consiste a vida bem-aventurada? São muitos os que têm discutido sobre ela e são numerosas as sentenças. Nós não precisamos de recorrer a muitos autores nem a tantas opiniões. Encontramos na Sagrada Escritura a resposta breve e verdadeira: Feliz o povo cujo Deus é o Senhor. Para poder formar parte deste povo e chegar a ver o Senhor e viver eternamente com Ele, recordemos que o fim dos mandamentos é promover a caridade, que procede de um coração puro, de uma consciência recta e de uma fé sincera.

Nestas três virtudes, a «consciência recta» tem o lugar da «esperança». Portanto, a fé, a esperança e a caridade levam a Deus aquele que ora; isto é, aquele que crê, espera e ama, e considera atentamente a oração do Senhor, encontra nela tudo o que deve pedir a Deus.   


Da Carta de Santo Agostinho, bispo, a Proba
(Ep. 130, 12, 22 – 13,24: CSEL 44, 65-68) (Sec. V)

A Medalha Benemerenti: um prêmio dos Papas a quem serve à Igreja e à família


A Medalha Benemerenti é uma condecoração papal criada em 1832 pelo Papa Gregório XVI. Ela é concedida a pessoas que prestaram um longo e excepcional serviço à Igreja, à família e à comunidade em geral.

Um caso emocionante de recebimento da Medalha Benemerenti é o de Peter Reilly, reconhecido pelo Livro dos Recordes como o “coroinha mais longevo do mundo“!


Peter ajudou durante nada menos que 91 anos nas celebrações litúrgicas da paróquia católica de Santa Maria – Nossa Senhora Estrela do Mar, na localidade litorânea escocesa de Saltcoats.