sábado, 19 de novembro de 2016

São Roque González e companheiros


Roque González nasceu em Assunção do Paraguai, em 1576, e estudou com os Padres Jesuítas, que muito ajudaram-no a desenvolver seus dotes humanos e espirituais.

O coração de Roque González sempre se compadeceu com a realidade dos indígenas oprimidos, por isso ao se formar e ser ordenado Sacerdote do Senhor, aos 22 anos de idade, foi logo trabalhar como padre diocesano numa aldeia carente. São Roque, sempre obediente à vontade do Pai do Céu, entrou no noviciado da Companhia de Jesus, com 33 anos, e acompanhado com outros ousados missionários, aceitou a missão de pacificar terríveis indígenas.

São Roque González fez de tudo para ganhar a todos para Cristo, portanto aprendeu além das línguas indígenas, aprofundou-se em técnicas agrícolas, manejo dos bois e vários outros costumes da terra. Os Jesuítas – bem ao contrário do que muitos contam de forma injusta – tinham como meta a salvação das almas, mas também a promoção humana, a qual era e é a consequência lógica de toda completa evangelização.

Certa vez numa dessas reduções que levavam os indígenas para a vida em aldeias bem estruturadas e protegidas dos colonizadores, Roque González com seus companheiros foram atacados, dilacerados e martirizados por índios ferozes fechados ao Evangelho e submissos a um feiticeiro, que matou o corpo mas não a alma destes que, desde 1628, estão na Glória Celeste.

Em 1988, o Papa João Paulo II canonizou os três primeiros mártires sul-americanos: São Roque González, Santo Afonso Rodríguez e São João del Castillo.


Deus, nosso Pai, São Roque González e seus companheiros opuseram-se corajosamente à escravidão e à exploração dos índios pelos conquistadores. Olhai com bondade para todos os homens que andam como ovelhas sem um pastor que os ame, os procure e os salve.

Será que foram inúteis para nós o vosso sangue e as vossas dores no Calvário? Intercedei por nós para que os injustiçados sejam libertos, os pecadores se convertam, os fracos se fortaleçam, os aflitos sejam confortados. Vós bem sabeis como é o mundo em que vivemos, como são numerosos os inimigos que nos atacam e sabeis também o quanto somos fracos. Olhai com bondade para nós e caminhai conosco. Amém.


São Roque González e companheiros mártires, rogai por nós!

São Rafael de São José


José nasceu no dia primeiro de setembro de 1835 na Polônia, filho de um casal de nobres. Foi batizado com o nome de José e educado pelos pais dentro da religião cristã. Na juventude estudou engenharia civil na escola Militar de Engenharia. 

Sua vida na juventude foi marcada pela devoção a Nossa Senhora do Carmo, mas o progresso nos estudos o fez afastar-se da religião. Graças a sua inteligência atingiu altos postos na carreia militar. 

Em janeiro de 1863, durante um período de guerra, encontrou sua reconciliação com Deus. Confessou, comungou e iniciou uma vida de intensa espiritualidade e devoção a Jesus, José e Maria. 

O término da guerra o fez prisioneiro e ele foi deportado para a Sibéria, onde ficou dez anos sob o regime de trabalhos forçados. Suas únicas companhias foram um crucifixo e o livro “Imitação de Cristo”. 

Libertado e repatriado entrou na Ordem dos Carmelitas Descalços, aos quarenta e dois anos de idade. Vestiu o hábito dos carmelitas e tomou o nome de Rafael de São José, em 1882, quando recebeu a ordenação sacerdotal. 

Morreu no dia 15 de novembro de 1907, em Vadovice, na mesma cidade onde anos mais tarde nasceria João Paulo II.



Ó Deus, que concedeste ao beato Rafael espírito de fortaleza nas adversidades e extraordinário selo de cardade para promover a unidade da Igreja, concedei-nos, por sua intercessão, ser fortes na fé e amarmos uns aos outros, colaborando fielmente para a união de todos os fiéis em Cristo. Amém.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Encontram sacrário e âmbulas roubadas na Argentina, mas não hóstias consagradas


A paróquia Nossa Senhora de Lourdes (Argentina), localizada na diocese de Concórdia, fronteira com o Uruguai, sofreu o roubo do sacrário com ambulas e hóstias consagradas no último dia 15 de novembro. Segundo o pároco, Pe. Daniel Petelín, foram encontrados o sacrário e as ambulas, mas as hóstias não estavam com eles.

Em declaração ao Grupo ACI, o pároco explicou que comerciantes dedicados à compra e venda de objetos usados foram ontem até a Paróquia para devolver os objetos litúrgicos que tinham adquirido sem saber sua procedência.

“Eles são católicos, não sabiam do fato e não pediram nenhuma recompensa”, manifestou o Pe. Petelín.

As câmeras de segurança registraram o ladrão que ainda não foi identificado. As autoridades seguem com a investigação do caso.

O sacerdote também disse que solicitou ao juiz informações para “encontrar as hóstias e saber o que fizeram com elas”.

Sobre o roubo, Pe. Petelín disse ao Grupo ACI que “está claro que foi com objetivo de obter dinheiro” e manifestou que o responsável poderia ser um jovem com problemas com drogas.

A notícia do roubo impactou a cidade de Concórdia devido ao trabalho social que a Paróquia realiza: um refeitório para 360 pessoas, jardim de infância para 50 crianças, merenda escolar, um lar para idosos, cesta básica para 240 famílias, entre outros

O roubo, indicou o sacerdote, “não é algo comum, não é algo frequente e não é algo que aceitamos sob nenhum aspecto. Estamos muito consternados”.

Pe. Petelín disse à comunidade que este roubo “não foi (precisamente) um ato contra a Eucaristia, mas essencialmente para obter dinheiro”.

“Seguimos valorizando a presença de Jesus e é preciso seguir trabalhando com entusiasmo e alegria para que o Senhor siga atuando, curando e fortalecendo; e levando vida a todas as pessoas”, finalizou.

Através de um vídeo, o Bispo de Concórdia, Dom Luis Armando Collazuol, pediu que os “fatos sejam investigados com profundidade e com rapidez” e que todas as comunidades realizem atos de desagravo e perdão.

“Sentimos uma profunda dor espiritual por este acontecimento, sentimos uma grande tristeza e indignação, porque a Eucaristia é o maior tesouro que temos, o maior tesouro da Igreja”, manifestou Dom Collazuol. 

A Igreja e o racismo


Dia 20 de novembro, comemora-se o Dia Nacional da Consciência Negra, cujo fim é o da superação do racismo, especialmente contra os de pele negra ou similar.

Antropologicamente, a palavra “raça”, referindo-se a seres humanos, está superada, pois biologicamente significa “subespécie” e conota um preconceito contra certos grupos humanos, o que vem a ser “racismo”. Às vezes se usa o termo “raça” para identificar um grupo cultural ou étnico-linguístico, mas seriam preferíveis os termos “população”, “etnia” ou “cultura”.

A Igreja já se pronunciou diversas vezes contra o preconceito baseado na cor da pele ou na etnia, proclamando, firmada na divina Revelação, a dignidade de toda a pessoa criada à imagem de Deus, a unidade do gênero humano no plano do Criador e a reconciliação com Deus de toda a humanidade pela Redenção de Cristo, que destruiu o muro de ódio que separava os mundos contrapostos, para que em Cristo se recapitulassem todos os seres humanos. Com essas premissas, a Igreja prega o respeito recíproco dos grupos étnicos e das chamadas “raças” e a sua convivência fraterna. A mensagem de Cristo foi para todos os povos e nações, sem distinção nem preferências. É o tema repetido por São Paulo: “Não há distinção entre judeu e grego, porque todos têm um mesmo Senhor…” (Rm 10,12); “já não há judeu nem grego, nem escravo nem livre…, pois todos vós sois um em Cristo Jesus” (Gal 3, 28). 

O último padre exorcista


“Não queria mais ser exorcista"
diz único padre do DF que expulsa demônios

Quem escuta a voz calma e vê o olhar sereno do padre responsável por uma das igrejas mais bonitas de Brasília, a paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, na QI 8 do Lago Sul, nem desconfia que Pe. Vanilson exerce um dos ministérios mais místicos e curiosos do catolicismo. Basta ter acesso à sala do religioso, porém, para que o seu ofício comece a se tornar evidente. Uma imagem de cerca de 60cm de São Miguel Arcanjo, pisando em um ser que representa o “mal”, e um livro com os rituais contra possessões demoníacas não deixam dúvidas: Vanilson é exorcista.

“Se eu pudesse escolher, sinceramente, eu não seria mais exorcista”, desabafa o padre com os olhos quase cerrados. Acordar de noite e sentir-se observado, andar pela casa e ter a certeza de estar acompanhado e não ver ninguém são apenas algumas das coisas presentes na rotina do sacerdote, que jura não sentir medo de nenhuma delas. “O meu aborrecimento é outro. Às vezes eu queria falar de outras coisas, tocar em outro assunto, jogar conversa fora. Não existe lugar onde eu vá que não abordem esse tema”, lamenta. Vanilson, no entanto, não consegue dizer não ao chamado. Acha importante demais o ministério que exerce dentro da Igreja Católica.

Ao apresentar a agenda de compromisso deste ano, o exorcista de Brasília mostrou mais de 100 pessoas na fila de espera. A maioria dos casos, segundo o sacerdote, poderiam ser resolvidos por um padre comum, mas as pessoas não abrem mão de um padre autorizado a expulsar demônios.

Segundo o Catecismo da Igreja Católica** o exorcismo é um ritual que “protege e afugenta o demônio de uma pessoa ou objeto”. Apesar de ser exaustivamente explorado em filmes e seriados na televisão, Pe. Vanilson diz que o fenômeno é bastante raro.

Se são tão raros assim, por que há tantas pessoas que se dizem influenciadas pelo demônio? De acordo com o padre, há dois tipos de influência dos espíritos malignos: a opressão e a possessão. “O mal é como uma chama, você não pode vê-lo, mas sentir a sua presença. Quanto mais perto dele, maior o calor ou a influência dele sobre você”, metaforiza o padre para explicar a opressão. “Se o demônio entrar em uma pessoa, aí sim é possessão. Ele tem o controle de quem ele adentrar”, explica.

Segundo Vanilson, a presença de padres exorcistas só é necessária quando há, de fato, uma possessão. “Algumas pessoas não entendem isso e por isso que às vezes somos sobrecarregados, e não conseguimos ajudar quem realmente precisa”, lamenta.


“Uma oração mais forte já pode assistir quem está com obsessão”

De tão imerso no mundo do exorcismo, Pe. Vanilson não sabe explicar bem quando começou a ser considerado um forte inimigo dos demônios. “Acho que aconteceu. Meus superiores viram algo em mim e me chamaram. Não posso reclamar, foi a vontade de Deus”, relembra. O sacerdote teve de passar dois meses no Vaticano, em Roma, para aprender as técnicas e exercer bem seu ministério. “Foi uma experiência enriquecedora”, avalia.

Sobre as experiência mais macabras que já presenciou, Vanilson jura ter visto pessoas trocando de vozes, contorcionismos sobrenaturais e até aparecimentos inexplicáveis de marcas na pele dos afetados pelo demônio.

“Já vi cruzes e estrelas surgindo no corpo de pessoas. É assustador, mas não tenho medo, tenho fé em Deus.”

O mistério de Cristo em nós e na Igreja


Devemos continuar e completar em nós os estados e mistérios da vida de Cristo e pedir-Lhe continuamente que se digne consumá-los perfeitamente em nós e em toda a sua Igreja.

Os mistérios de Jesus não chegaram ainda à sua total perfeição e plenitude. Chegaram certamente à sua perfeição e plenitude na pessoa de Jesus, mas não em nós que somos seus membros, nem na Igreja que é o seu corpo místico. Na verdade, o Filho de Deus deseja comunicar e prolongar em certo modo os seus mistérios em nós e em toda a sua Igreja, quer pelas graças que decidiu conceder-nos, quer pelos efeitos que deseja produzir em nós por meio destes mistérios. É neste sentido que Ele quer completá-los em nós.

Por isso diz São Paulo que Cristo realiza a sua plenitude na Igreja e que todos nós contribuímos para a sua edificação e para a idade da sua plenitude, isto é, para a idade mística que Ele tem no seu corpo místico e que não chegará à plenitude senão no dia do juízo. Também noutro lugar diz o mesmo Apóstolo que completa na sua carne o que falta à paixão de Cristo.

Deste modo o Filho de Deus determinou consumar e completar em nós todos os estados e mistérios de sua vida. Quer levar à plenitude em nós o mistério da sua encarnação, do seu nascimento, da sua vida oculta, e realiza-o formando-Se em nós e renascendo em nossas almas pelos santos sacramentos do batismo e da sagrada Eucaristia, e fazendo-nos viver uma vida espiritual e interior escondida com Ele em Deus.

Quer completar em nós o mistério da sua paixão, morte e ressurreição, fazendo-nos padecer, morrer e ressuscitar com Ele. Finalmente, quer realizar em nós o estado da sua vida gloriosa e imortal, quando nos fizer viver com Ele e n’Ele uma vida gloriosa e imortal nos Céus. De modo semelhante quer consumar e completar em nós e na sua Igreja os outros estados e mistérios da sua vida, associando-nos a eles e fazendo-nos tomar parte neles, para que em nós continuem e se prolonguem.

Neste sentido, os mistérios de Cristo não chegarão à sua plenitude senão no fim dos tempos, por Ele determinado para a realização plena dos seus mistérios em nós e na Igreja, isto é, no fim do mundo.


Do Tratado de São João Eudes, presbítero, sobre o reino de Jesus

(Pars 3, 4: Opera Omnia 1, 310-312) (Sec. XVII)

Comparar é negar o outro!


Já reparou que quando te comparam a um amigo, a um familiar ou a um companheiro de trabalho, surgem dúvidas a seu respeito, ou talvez insegurança e autocrítica? Isso acontece comigo! As pessoas vivem fazendo comparações. Meu coração chega a dar um nó cego. Sei que um indivíduo é diferente do outro, que cada um tem o seu jeito de ser. Sei mesmo. E sei também que as comparações são quase inevitáveis. Mas fazê-las com a intenção de desmerecer a particularidade e o trabalho do outro é inaceitável.

As pessoas vivem fazendo comparações. Comparam-se com outras e também comparam as pessoas entre si. Não se dão conta de que comparar é negar a beleza que existe em cada um. Quando você entra nesse esquema de comparações, alguém sempre sai perdendo. E quem perde geralmente é você mesmo. Imagine quando você comenta ou pensa: "Fulano de tal era melhor que você..." (perceba como você se sente infeliz agora); "Fulano de tal era mais batalhador que você..." (e ele não está mais com você).

Ao fazer comparações entre as pessoas, você se impede de ver quanto o outro é único e especial. O Silvio não será exatamente o Silvio, mas a continuação do Manuel, que por sua vez é a continuação do Sérgio. E se você os compara significa dizer que você bebe, sempre, com o gosto da bebida anterior deixada no outro copo. E a bebida de agora é que sai perdendo... 

Dedicação das Basílicas de São Pedro e de São Paulo, apóstolos


Tradicionalmente uma basílica é uma estrutura arquitetônica de origem romana que antigamente tinha uma função econômica e jurídica. O seu nome provém do termo latino “basilica”, que, por sua vez, deriva do grego “βασιλική” (foneticamente, “basiliké”), palavra que significa “régia” ou “real” e que é uma elipse da expressão completa “basiliké oikía”, que significa “casa real”. 

Esse tipo de edifício servia originalmente para as transações comerciais a grande escala e, ao mesmo tempo, era como uma espécie de juizado. Sua origem se encontra na época da República de Roma (entre os anos 509 e 27 a.C.).  Com o passar do tempo, foram sendo acrescentadas diversas mudanças estruturais, que se tornaram canônicas. Será a planta adotada pelos edifícios religiosos cristãos da época paleocristã. 

A “planta basilical”, em geral, era formada por uma nave central maior que as laterais, tanto na largura quanto na altura. Composta por 3 ou 5 naves, na central podem abrir-se galerias de janelas. O teto costumava ser plano e de madeira, até que, em uma posterior evolução, foi construído de pedra.  Ao longo do tempo, os dois lados curtos se modificaram e foi acrescentada uma êxedra semicircular a um dos lados. Na época de Trajano, esta modificação foi feita dos dois lados, como no caso da Basílica Ulpia (96 d.C.). 

Este tipo de estrutura foi aproveitado pelo imperador Constantino como modelo para os primeiros centros de culto cristãos, que ele mesmo fundou (São Pedro, do Vaticano, e São João de Latrão, em Roma), e assim permaneceu até a atualidade.  Isso se deve especialmente ao caráter de assembleia da liturgia cristã e ao fato de que este tipo de espaço permite acolher grande quantidade de pessoas, estabelecendo a hierarquia que lhe corresponde, com os fiéis distribuídos na nave (ou nas naves) e quem preside a cerimônia, no presbitério.

A disposição arquitetônica que deu nome às basílicas hoje são muito diferentes e adaptadas aos tempos e à funções. Por isso temos muitas basílicas que não seguem esse modelo de construção e o são por sua importância na história local ou regional. 

No dia 18 de novembro, nós celebramos a Dedicação da Basílica de São Pedro e São Paulo. No pontificado do Papa Júlio II decidiu-se derrubar a anterior igreja de São Pedro. Em 18 de abril de 1506, Bramante recebeu o encargo de desenhar uma nova igreja“O arquiteto Bramante desenhou um edifício centralmente planificado, com um domo colocado sobre o centro de uma cruz grega, com braços de idêntico tamanho, forma que correspondia aos ideais da Renascença. Os anos foram passando. Bramante foi sucedido por Rafael, Fra Giocondo, Giuliano da Sangallo, Baldassare Peruzzi, Antonio da Sangallo. O Papa Paulo III, em 1546, entregou a direção dos trabalhos a Michelangelo. Este, já com 72 anos, ficou fascinado com o domo, concentrando nele seus esforços, mas não conseguiu completá-lo antes de sua morte, em 1564. Vignoli, Pirro Ligorio, Giacomo della Porta continuaram os trabalhos na basílica”.

Em 1629, Bernini começou a construir as torres sineiras na fachada, que ruíram por deficiências estruturais. Trinta anos mais tarde, Bernini redesenhou a Praça de São Pedro, mudando alguns aspectos do domo de Michelangelo e, sobretudo, unificando todos os edifícios em um conjunto harmonioso. Os trabalhos terminaram quando se acrescentou uma sacristia, sob o pontificado de Pio VI (1775-1799). A Basílica de São Pedro é a maior de todos os templos da Igreja Católica. Ela cobre área de 23000 m² e comporta mais de 60 mil pessoas.

Já a Basílica de São Paulo, “a grande Igreja de São Paulo Extramuros, foi construída principalmente pelo imperador Teodósio I e o Papa São Leão Magno. Em 1823 foi consumida por um incêndio. Reconstruiu-se, fazendo uma imitação da anterior, e foi consagrada pelo Papa Pio IX em 10 de dezembro de 1854, mas a data de sua comemoração se celebra neste dia, como o faz notar o Martirologio”. 

Ao celebrarmos a Dedicação de São Pedro e São Paulo, queremos renovar a nossa fé sobre estas duas grandes colunas da Igreja. Assim como eles testemunharam e deram sua vida por Deus. Queremos também entregar a nossa vida ao serviço a Deus e ao próximo.


Ó Deus, guardai sob a proteção dos apóstolos Pedro e Paulo a vossa Igreja, que deles recebeu a primeira semente do Evangelho, e concedei que por eles receba até o fim dos tempos a graça que a faz crescer. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.