domingo, 26 de junho de 2016

A agonia não apagou o sorriso desta carmelita, seu último desejo comove as redes!


A irmã Cecilia Maria partiu para a Casa do Pai depois de uma difícil luta contra o câncer. Milhares compartilharam nas redes sociais as imagens de sua agonia, período no qual nunca perdeu a paz nem a alegria.

 
Graduou-se em enfermagem e aos 26 anos de idade fez seus primeiros votos como carmelita descalça, em 2003 fez sua profissão perpétua. Há seis meses, foi diagnosticada com câncer de língua e a doença fez metástase pulmonar. Morreu na última quarta-feira, 22, durante a madrugada. Tinha 43 anos.

 
Vivia no Monastério de Santa Teresa e São José, em Santa Fé, Argentina. Dedicava-se à oração e à vida contemplativa, tocava violino e era conhecida pela sua doçura e permanente sorriso.

Divina Liturgia: Papa pede um futuro livre das divisões do passado




Discurso do Papa Francisco na Divina Liturgia
Praça São Tiridate de Etchmiadzin, Armênia

Santidade, caríssimos Bispos,
Queridos irmãos e irmãs!

No ponto culminante desta visita tão desejada e, para mim, já inesquecível, desejo elevar ao Senhor a minha gratidão, que uno ao grande hino de louvor e agradecimento que sobe deste altar. Vossa Santidade, nestes dias, abriu-me as portas da sua casa e experimentamos «como é bom e agradável que os irmãos vivam unidos» (Sal 133, 1). Encontramo-nos, abraçamo-nos fraternalmente, rezamos juntos, partilhamos os dons, as esperanças e as preocupações da Igreja de Cristo, da qual notamos em uníssono as pulsações do coração, e que acreditamos e sentimos ser una. «Há um só Corpo e um só Espírito, assim como (…) uma só esperança; um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, que reina sobre todos, age por todos e permanece em todos» (Ef 4, 4-6): verdadeiramente podemos, com alegria, fazer nossas estas palavras do apóstolo Paulo. Foi precisamente sob o signo dos Santos Apóstolos que nos encontramos. Os Santos Bartolomeu e Tadeu, que proclamaram pela primeira vez o Evangelho nestas terras, e os Santos Pedro e Paulo, que deram a vida pelo Senhor em Roma, ao mesmo tempo que reinam com Cristo no céu, certamente se alegram ao ver o nosso afeto e a nossa aspiração concreta à plena comunhão. Por tudo isto agradeço ao Senhor, por vós e convosco: Park astutsò! [Glória a Deus!]

Nesta Divina Liturgia, elevou-se ao céu o canto solene do triságio, louvando a santidade de Deus; desça, abundante, a bênção do Altíssimo sobre a terra, pela intercessão da Mãe de Deus, dos grandes Santos e Doutores, dos Mártires, especialmente da multidão de mártires que aqui canonizastes no ano passado. «O Unigénito que aqui desceu» abençoe o nosso caminho. O Espírito Santo faça dos crentes um só coração e uma só alma: venha refundar-nos na unidade. Por isso, gostaria de invocá-Lo novamente, fazendo minhas algumas palavras esplêndidas que entraram na vossa Liturgia: Vinde, ó Espírito! Vós «que sois, com gemidos incessantes, o nosso intercessor junto do Pai misericordioso, Vós que guardais os santos e purificais os pecadores»; derramai sobre nós o vosso fogo de amor e unidade, e «sejam desfeitos por este fogo os motivos do nosso escândalo» (GREGÓRIO DE NAREK, Livro das Lamentações, 33, 5), a começar pela falta de unidade entre os discípulos de Cristo.

Radicais muçulmanos queimam casa de cristãos pensando que era uma igreja


A organização humanitária Internacional Christian Concern (ICC) denunciou que um grupo de radicais muçulmanos teria atacado e incendiado mais de 80 casas na aldeia Al-Beida no Egito, no mês de junho, devido ao rumor de que se construía um templo cristão na região.

O ataque à aldeia foi realizado em meio aos gritos como “o Egito continuará sendo islâmico!”.

Mousa Zarif, residente da aldeia, assinalou à organização cristã que a tarde da sexta-feira, 17 de junho, “depois da oração do meio-dia, um grande número de fanáticos muçulmanos se reuniu em frente à nova casa do meu primo, Naim Aziz”, a qual ainda está sendo construída.

O grupo de muçulmanos, indicou, reuniu-se “devido a um rumor difundido na aldeia de que este edifício se converteria em uma igreja”.

“Estavam gritando lemas contra nós. Entre estes lemas estava: ‘de maneira alguma haverá uma igreja aqui’”.

O edifício, que os muçulmanos temiam que fosse um templo cristão, era simplesmente uma casa.

Santa Sé se distancia das declarações de bispo chinês “arrependido” de ser fiel a Roma


O porta-voz vaticano, Pe. Federico Lombardi, rechaçou que a Santa Sé tenha algo a ver com as declarações atribuídas ao bispo chinês Dom Tadeo Ma Daqin – em cujo blog assinala que se arrepende de ter renunciado à igreja controlada pelo governo – e assinalou que o Papa Francisco reza e acompanha com especial atenção a vida dos católicos chineses e do Prelado, condenado à prisão domiciliar pelo regime comunista de Pequim.

Dom Ma Daqin foi ordenado Bispo Auxiliar de Xangai (China) no dia 7 de julho de 2012, depois de um consenso entre a Santa Sé e o governo comunista que, através da denominada “igreja patriótica” busca controlar os católicos do país.

Entretanto, nesse dia Dom Ma Daqin anunciou que deixaria suas responsabilidades como vice-presidente da Associação Católica Patriótica Chinesa (ACPC) em Xangai, como membro do comitê permanente deste organismo. “Depois da ordenação de hoje, dedicarei todos meus esforços ao ministério episcopal. É um inconveniente para mim continuar servindo no cargo da ACPC”, expressou.

Isto fez com que o governo o condenasse à prisão domiciliar no seminário de Sheshan. Deste então, o Prelado não pôde celebrar uma Missa pública. Do mesmo modo, o Colégio de bispos chineses –controlado pelo governo e não reconhecido pelo Vaticano – o castigou retirando por dois anos a permissão para exercer publicamente o sacerdócio. Isto aconteceu em junho de 2014.

Durante este tempo, o Prelado tentou entrar em contato com os paroquianos através de seu blog, tornando-se para os católicos fiéis a Roma um símbolo da resistência frente às pressões do regime comunista.

Entretanto, no último dia 12 de junho, Dom Ma Daqin escreveu um artigo que faz referência a Dom Aloysius Jin Luxian, bispo oficial de Xangai falecido em 2013 e do qual era coadjutor. No texto, Dom Ma Daqin expressa seu arrependimento por ter renunciado à ACPC. “Durante algum tempo sofri o deslumbramento de elementos estrangeiros pelos quais disse e cometi erros para a ACPC. Depois de ter refletido, percebi que não foram atos sensatos”, escreveu.

Estas palavras, segundo informações da página ‘Vatican Insider’, “causaram diversas interrogações nos ambientes eclesiais dentro e fora da China. Algumas pessoas se perguntam se estas frases de retratação e de reconhecimento do papel da Associação Patriótica sejam verdadeiramente atribuídas ao bispo, e outras se perguntam qual será o eventual objetivo de uma saída assim”.

Por sua vez, ‘Asia News’ assinalou que “vários sacerdotes e alguns bispos se perguntam se esta mudança não terá sido sugerida pelo próprio Vaticano para facilitar o diálogo com o governo chinês, perguntando-se se a carta de Bento XVI aos católicos chineses – que julga a AP como ‘incompatível com a doutrina católica’ continue tendo valor”.

Anunciamos a Cristo em toda a terra


Ai de mim se não evangelizar! Fui enviado por Ele, pelo próprio Cristo, precisamente para isso. Sou apóstolo, sou testemunha. Quanto mais longínqua está a meta, quanto mais difícil se torna a missão, tanto mais fortemente a caridade me impele. Devo pregar o seu nome: Jesus é Cristo, o Filho de Deus vivo, o revelador de Deus invisível, o Primogênito de toda a criatura, o fundamento de todas as coisas; Ele é o Mestre da humanidade e o seu Redentor, que nasceu, morreu e ressuscitou por nós. 

Ele é o centro da história e do mundo; é Aquele que nos conhece e nos ama, o companheiro e amigo da nossa vida, o homem da dor e da esperança; Ele é, enfim, Aquele que há de vir, e que um dia será o nosso juiz e também, como esperamos, a plenitude eterna da nossa vida e a nossa felicidade. 

Nunca mais acabaria de falar d’Ele. Cristo é a luz, a verdade, ou melhor, é o caminho, a verdade e a vida; é o pão e a fonte da água viva, para a nossa fome e para a nossa sede; é o pastor, o nosso guia, o nosso modelo, o nosso conforto, o nosso irmão. Como nós, e mais do que todos nós, Ele foi pequeno, pobre, humilde, trabalhador, oprimido e paciente. Foi para nós que Ele falou, realizou milagres e inaugurou um novo reino, em que os pobres são bem-aventurados, em que a paz é o princípio da convivência, em que os puros de coração e os que choram são exaltados e consolados, em que os sedentos de justiça são saciados, em que os pecadores podem ser perdoados, em que todos são irmãos. 

Jesus Cristo! Já ouvistes falar d’Ele, ou melhor, a maior parte de entre vós já Lhe pertenceis, já sois cristãos. Pois bem. A vós, cristãos, repito o seu nome, ao mesmo tempo que O anuncio a todos: Jesus Cristo é o princípio e o fim, o alfa e o ómega, o rei do novo mundo, o segredo da história, a chave dos nossos destinos, o mediador, a ponte entre a terra e o Céu. Ele é, por antonomásia, o Filho do homem, porque é o Filho de Deus, eterno e infinito, e simultaneamente o Filho de Maria, a bendita entre todas as mulheres, sua Mãe segundo a carne e nossa Mãe pela participação no Espírito do Corpo místico. 

Jesus Cristo! Lembrai-vos: este é o nosso anúncio perene, este é o pregão que fazemos ressoar em toda a terra e por todos os séculos dos séculos.



Das homilias do Papa Paulo VI
(Homilia proferida em Manila no dia 29 de Novembro de 1970)

Após aborto espontâneo, mãe se surpreende ao ver um “bebezinho perfeitamente formado".


“Como a gravidez estava em um estágio inicial, eu esperava que me dessem uma bolha. Mas em lugar disso eu recebi um bebezinho perfeitamente formado”, disse ela ao LifeSiteNews (NotiFam) em uma entrevista exclusiva.

“E ele surpreendeu a todos nós. As enfermeiras apenas repetiam: ‘Ele é tão perfeito, tão perfeito,” disse ela.

Jessica e seu marido, Ray, souberam da nova gravidez em abril do ano passado. Começaram, com muito ânimo, a fazer planos para acomodar o novo membro da família. Teriam de comprar aquela van grande cuja compra vinham adiando o quanto podiam.

Mas no meio de julho Jessica começou a sangrar. Ela tinha esperança de que esse não seria seu segundo aborto espontâneo.

“Acordei sentindo uma dor insuportável. Havia uma poça de sangue em torno de mim na cama. Eu sabia que aquilo provavelmente não era um bom sinal”, disse ela.

Já que seu marido estava passando a noite perto do local onde trabalha, a cerca de uma hora de sua casa, a mãe dela a levou ao hospital. O filho mais velho do casal ficou na casa de um amigo, enquanto os dois mais novos acompanharam a mãe e a avó até o hospital.

Quando chegaram, o médico confirmou aquilo que Jessica mais temia.

“Levaram-me até uma sala de ultrassom onde verificaram como estava o bebê. Eu apenas vi aquela tela negra e soube o que aquilo devia significar. Naquele momento, tive a impressão de que provavelmente meu filho já havia sido expelido junto com o sangue. Apenas pensei que não havia prestado atenção nele, que ele havia sido despejado no banheiro ou algo do tipo. Pensar naquilo devastou meu coração”, ela disse.

Noah Smith,
vítima de um aborto espontâneo
 na 13ª semana de gravidez.
Quando o médico disse a Jessica que eles precisavam retirar o bebê, inicialmente ela não entendeu o que aquilo significava.

“O médico disse que o bebê não havia sido expelido, pois estava parado no meio do caminho”.

O médico ajudou Jessica a expelir o bebê na própria sala de ultrassom.

“O médico disse: ‘É um menino’, e eu disse: ‘Você consegue identificar?’”

“Quando me perguntaram se eu queria abraçá-lo, eu disse: ‘É claro que sim’”. 

Jesus nos pede estar unidos para oferecer com coerência o Evangelho, diz Papa




Viagem do Papa Francisco à Armênia – 24 a 26 de junho de 2016
Encontro ecumênico e oração pela paz
Praça da República de Yerevan
Sábado, 25 de junho de 2016

Venerado e caríssimo Irmão, Patriarca Supremo e Catholicos de Todos os Armênios,
Senhor Presidente,
Queridos irmãos e irmãs!
A bênção e a paz de Deus estejam convosco!

Desejei ardentemente visitar esta amada terra, o vosso país, o primeiro que abraçou a fé cristã. É uma graça para mim poder encontrar-me nestas alturas, onde, sob a vista do Monte Ararat, o próprio silêncio parece falar-nos; onde os khatchkar – as cruzes de pedra – narram uma história única, permeada de fé rochosa e de sofrimento imenso; uma história rica de magníficas testemunhas do Evangelho, de quem vós sois os herdeiros. Vim peregrino de Roma para vos encontrar e exprimir um sentimento que me vem do fundo do coração: é o afeto do vosso irmão, é o abraço fraterno da Igreja Católica inteira, que vos ama e está solidária convosco.

Nos anos passados, graças a Deus, foram-se intensificando as visitas e os encontros entre as nossas Igrejas, sempre muito cordiais e frequentemente memoráveis; quis a Providência que, precisamente no dia em que aqui se recordam os santos Apóstolos de Cristo, estejamos de novo juntos para reforçar a comunhão apostólica entre nós. Estou muito grato a Deus pela «real e íntima unidade» entre as nossas Igrejas [cf. João Paulo II, Homilia na Celebração Ecuménica, Ierevan, 26 de setembro de 2001: Insegnamenti, XXIV/2 (2001), 466) e agradeço-vos pela vossa fidelidade ao Evangelho, muitas vezes heroica, que é um dom inestimável para todos os cristãos. Ao encontrarmo-nos, não temos uma troca de ideias, mas uma troca de dons (cf. Idem, Carta enc. Ut unum sint, 28): recolhemos aquilo que o Espírito semeou em nós, como um dom para cada um (cf. Francisco, Exort. ap. Evangelii gaudium, 246). Partilhamos com grande alegria os numerosos passos dum caminho comum já muito adiantado, e olhamos verdadeiramente com confiança para o dia em que, com a ajuda de Deus, estaremos unidos junto do altar do sacrifício de Cristo, na plenitude da comunhão eucarística. Rumo a esta meta tão desejada «somos peregrinos, e peregrinamos juntos (…) abrindo o coração ao companheiro de estrada sem medos, nem desconfianças» (ibid., 244).

Neste trajeto, precedem-nos e acompanham-nos muitas testemunhas, nomeadamente tantos mártires que selaram com o sangue a fé comum em Cristo: são as nossas estrelas no céu, que brilham sobre nós e indicam o caminho que nos falta percorrer na terra, rumo à plena comunhão. Dentre os grandes Padres, gostaria de referir o santo Catholicos Nerses Shnorhali. Nutria um amor extraordinário pelo seu povo e as suas tradições e, ao mesmo tempo, sentia-se inclinado para as outras Igrejas, incansável na busca da unidade, desejoso de atuar a vontade de Cristo: que os crentes «sejam um só» (Jo 17, 21). Realmente a unidade não é uma espécie de vantagem estratégica que se deve procurar por interesse mútuo, mas aquilo que Jesus nos pede, sendo nossa obrigação cumpri-lo com boa vontade e todas as nossas forças para se realizar a nossa missão: oferecer ao mundo, com coerência, o Evangelho.

São Vigílio

  
Vigílio nasceu em Roma e vivia com a família na belíssima região montanhosa trentina. Ele foi consagrado Bispo de Trento e tinha autoridade por todo o norte da Itália. Ele foi o terceiro Bispo desta diocese e parte importante desse território ainda não estava evangelizada. Vigílio se engajou de corpo e alma para combater e erradicar o paganismo de sua região. Para auxiliá-lo, recebeu mais três sacerdotes missionários, Sisínio, Martiro e Alessandro, todos vindos do Oriente. Assim, os trabalhos avançavam pois percorriam todas as localidades pregando e catequizando a população. Ele se tornou respeitado pelo seu estilo humilde e servil, pelo caráter reto e justo e por sua amizade e caridade sem distinção. Desta forma, Vigílio conseguiu a conversão de muitas aldeias e cidades pagãs; por outro lado, fez muitos inimigos. Depois de dez anos de trabalho missionário, uma tragédia ocorreu: os três missionários, auxiliares de Vigílio, foram mortos e queimados. Mesmo diante dessa fatalidade, Vigílio não mudou seu comportamento. Humildemente, perdoou as pessoas que cometeram estas atrocidades e recolheu as relíquias dos mártires missionários, enviando-as para Constantinopla e Milão. Segundo uma antiga tradição, ele teria sido martirizado com coices de cavalo. O bispo Vigílio morreu no dia 26 de junho de 405. 

Querido Deus e Pai, pela intercessão de São Vígilio, criai em nós o gosto pelo trabalho de evangelização e fazei de nós verdadeiros apóstolos da Boa Nova do Evangelho. Por Cristo nosso Senhor. Amém.