Portugal volta às missas públicas com comunhão self-service em bandeja plástica
Em uma reportagem, neste domingo, o padre José
Luís Rodrigues, da paróquia de São José, em Funchal, Madeira, Portugal,
apareceu servindo a sagrada comunhão em uma bandeja plástica. (SicNoticias.pt,
10 de maio).
Veja o que nos ensina a Santa Igreja sobre a
Sagrada Comunhão em sua instrução sobre a liturgia Redemptionis Sacramentum:
[117.] Os vasos sagrados, que estão destinados
a receber o Corpo e a Sangue do Senhor, devem-se ser fabricados, estritamente,
conforme as normas da tradição e dos livros litúrgicos.[205] As Conferências de
Bispos tenham capacidade de decidir, com a aprovação da Sé apostólica, se é
oportuno que os vasos sagrados também sejam elaborados com outros materiais
sólidos. Sem dúvida, requer-se estritamente que este material, de acordo com a
comum valorização de cada região, seja verdadeiramente nobre, de maneira que,
com seu uso, tribute-se honra ao Senhor e se evite absolutamente o perigo de
enfraquecer, aos olhos dos fiéis, a doutrina da presença real de Cristo nas
espécies eucarísticas. Portanto, reprove-se qualquer uso, para a celebração da
Missa, de vasos comuns ou de escasso valor, no que se refere à qualidade, ou
carentes de todo valor artístico, ou simples recipientes, ou outros vasos de cristal,
argila, porcelana e outros materiais que se quebram facilmente. Isto vale
também para os metais e outros materiais, que se corroem (oxidam) facilmente. [94.] Não está permitido que os fiéis tomem a
hóstia consagrada nem o cálice sagrado «por si mesmos, nem muito menos que se
passem entre si de mão em mão». Nesta matéria, Além disso, deve-se suprimir o
abuso de que os esposos, na Missa nupcial, administrem-se de modo recíproco a
sagrada Comunhão.
Portanto percebemos dois erros graves neste
episódio, no qual é utilizado um vaso comum e de escasso valor, e os fiéis são
obrigados a tomar por si mesmos a comunhão, no modelo self-service, que não é
aprovado pela igreja.
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Templário de Maria
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